segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Obediência
Se vocês seguirem os meus decretos e obedecerem aos meus mandamentos, e os colocarem em prática… (Levítico 26:3).
Atualmente, a palavra obediência não é muito bem vista. Cada um quer fazer o que bem entende, sem se importar com as conseqüências. Por isso, ao ler o texto da meditação de hoje, sugerimos de início uma separação de versículos. Os versos 3-13 falam das bênçãos ou recompensas da obediência; os versos 14-39, do castigo da desobediência, e os versos 40-46 são um reforço e um pedido para que escolhamos a opção de sermos obedientes.
As palavras contidas nestes versículos são claras e duras. Não deixam dúvidas de que com Deus não se brinca! Podemos até ter argumentos aparentemente bons para a desobediência; contudo, será que Deus aceitará nossas esfarrapadas desculpas?
Em todas as partes do mundo existem leis para ajudar os povos a conseguirem viver harmonicamente. Mesmo que muitos discordem de algumas leis, todos precisam cumpri-las ou serão tidos como “fora da lei” ou até criminosos por não observarem algum requisito. Para cada lei não cumprida existe geralmente uma cláusula indicando o “castigo” dos infratores. Existem recursos diversos para o infrator buscar se livrar das conseqüências de seus atos ilegais. Advogados, juízes, testemunhas, tudo vai convergir para avaliar a questão e dar um desfecho.
Poderíamos pensar na lei espiritual: quem é suficientemente apto para nos defender da acusação de “pecadores” diante de Deus? A Bíblia diz que Jesus é o advogado do cristão (I João 2:1), que nos justifica e garante que estamos libertos da escravidão do pecado (aquele poder que nos separa de Deus) se um dia escolhermos o caminho certo: Jesus Cristo (João 14:6). No entanto, para aqueles que não querem obedecer ao chamado de Deus ao arrependimento não há outro recurso, e sua própria decisão os condenará. – ACS/VS
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