segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Espere no Senhor. Seja forte! Coragem! Espere no Senhor (Salmos 27:14).
Talvez uma das estações do ano mais difíceis de enfrentar seja o inverno! Os dias frios, cinzentos e úmidos nos trazem desconforto e, às vezes, até certo mau humor!
Em dias assim gosto de observar a natureza!
Muitas árvores ficam sem folhas nessa estação, parecendo sem vida ou até mortas. Olhamos para elas e pensamos: “Será que ainda darão flores e frutos? Ficaram tão secas e frágeis, parecendo sem vida!” Mas como é lindo quando a primavera chega com os primeiros raios de sol e, olhando para as mesmas árvores, começamos a ver as pequenas folhas e flores nascendo! Assim é o nosso viver nesta terra. Passamos por fases, crises, momentos… não importa a palavra usada para definir certos períodos de nossa vida. A verdade é que, como a natureza, todos enfrentamos estações diferente a nossa caminhada. Momentos alegres e de grande contentamento, como o verão. Dias de calmaria e solitude, como o outono. Até que chegam as situações tristes, crises e perdas, que surgem como os ventos gelados do inverno.
Os dias frios do nosso viver podem trazer desânimo e descontentamento, mas para os que confiam no Senhor podem ser dias de renovo e esperança. Na estação mais fria do ano as árvores se fortalecem para receber a nova vida que a primavera vai trazer. Elas não estão mortas, pois a vida está em seu interior, por mais que o exterior esteja sem beleza ou alegria. Elas simplesmente esperam a chegada da próxima estação!
Talvez você esteja passando por um inverno rigoroso na sua casa, no seu trabalho, na sua vida, mas lembre-se: a primavera vai chegar! O Senhor é bom e os que esperam nele jamais serão esquecidos. Convide Jesus para aquecer seu coração nesses dias frios e entregue a Ele suas folhas secas, seus ramos sem vida – e conte com surpresas! – VP
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Agora já não há condenação para os que estão em Cristo Jesus, porque por meio de Jesus Cristo a lei do Espírito de vida me libertou da lei d
o pecado e da morte (Romanos 8.1-2).
Você já imaginou sua vida sem caminhos? Seria muito difícil, não é mesmo? No final do ano de 2008 diversas cidades de Santa Catarina ficaram alagadas e foi grande o número de desmoronamentos. Muitas pessoas ficaram isoladas e a esperança delas era que alguém novamente abrisse um caminho e viesse socorrê-las. Do contrário, teriam de enfrentar uma situação ainda mais difícil.
O povo de Judá também ficou isolado por um período e passou por uma experiência muito difícil. Devido à sua desobediência, Deus permitiu que o exército da Babilônia invadisse Jerusalém e levasse boa parte de seus habitantes como prisioneiros de guerra. Eles tiveram de percorrer um longo trajeto, indo para longe de sua terra natal. O templo e a cidade de Jerusalém ficaram completamente destruídos. Estando na Babilônia, apesar da relativa liberdade, tinham muita vontade voltar para casa, mas era impossível devido a diversas circunstâncias.
O texto de hoje é uma profecia sobre o fim do exílio. Deus volta a trazer consolo para seu povo. Eles deveriam começar os preparativos para voltar a Jerusalém, endireitando o caminho para Deus - ou seja, restaurando suas vidas desertas. Podiam ter esperança, pois o Senhor restauraria Judá. E assim aconteceu.
Se olharmos para a Palavra de Deus, nos é revelado que nós também somos prisioneiros. Não de guerra, mas daquilo que desagrada a Deus, como diz Paulo: "[Sou] prisioneiro da lei do pecado que atua em meus membros" (Romanos 7.23). Contudo também somos convidados a enxergar o caminho da liberdade já preparado por Deus. Esse caminho encontramos em Jesus Cristo: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida" (João 14.6). Não há mais motivos para continuar prisioneiro do mal; em Jesus você é livre para sempre!
Autor: Marcos Passig - Palmitos - SC
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Respondeu o Senhor [a Moisés]: Eu mesmo o acompanharei e lhe darei descanso (Êxodo 33.14).
Minha tia, cristã fiel, faleceu quando eu era jovem. Ao voltarmos à casa dela depois do enterro, sua ausência parecia quase palpável. Faltava sua presença na cadeira onde costumava sentar-se e cantar hinos depois de algum dever caseiro.
O texto de hoje relata que uma israelita sentiu tão profundamente a morte de seu marido e de seu sogro que entrou em trabalho de parto e não resistiu às dores. Na hora da morte, lamentou também a perda da Arca da Aliança para os inimigos. A Arca simbolizava a presença do Senhor Deus. Ao recém-nascido ela deu o nome de Icabode, que significa "glória nenhuma". O abalo pela ausência da Arca parece ter sido bem mais profundo que a morte dos familiares queridos: a mulher imaginou o horror de seu povo vivendo sem a presença do Senhor todo-poderoso.
Moisés sentiu algo parecido quando desceu do Monte Sinai, onde se encontrara com Deus, e viu Israel adorando o bezerro de ouro (Êxodo 32). Como poderiam avançar para a Terra Prometida? Como ele conseguiria liderar tal povo? Desanimou ao pensar que Deus não iria com eles. Mais tarde, o Senhor respondeu o que foi citado no versículo em destaque. Moisés retomou o ânimo e continuou com a sua tarefa, descansando por ter certeza da presença viva do Senhor.
Na verdade, deus está presente em todo lugar, mas quer que isso seja perceptível. Seus filhos demonstram que não estão alheios a ele quando o buscam por meio da oração, o adoram e obedecem aos seus mandamentos. O calor da presença divina sempre dissipa a frieza espiritual. No caso da igreja em Éfeso, o Senhor diagnosticou o seu mal: ela havia abandonado o seu primeiro amor. Receitou o remédio indispensável: "Arrependa-se e pratique as obras que praticava no princípio" (Apocalipse 2.5). Ou seja, servir a Deus crendo na sua presença real. Se estivermos em situação semelhante, voltemos a buscá-lo!
Autor: Teodoro Laskowski - Abbotsford - Canadá
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Que é o homem, para que com ele te importes?
E o filho do homem, para que com ele te preocupes?
Alguém me disse que seus problemas eram pequenos
demais para que Deus se importasse com eles.
Na sua opinião, levar aquilo em oração a Deus, que é tão ocupado, seria importuná-lo com coisas de pouca importância.
O salmista responde a esta questão dizendo que fomos criados por Deus coroados de honra e glória, um pouco menores do que os seres celestiais. Esses são atributos de Deus. Demonstram seu poder, sua grandiosidade, sua majestade. A intenção de Deus é que a humanidade compartilhe com ele a dignidade de ser governante de toda a criação. Porém, os planos de deus foram frustrados pela desobediência da humanidade.
Ao tentar ser iguais a deus, em vez de apenas viverem com Deus, Adão e Eva colocaram-se fora do plano original da criação. A honra e a glória que lhes caberia perdeu-se. Não poderiam exercer mais sua autoridade plenamente. Afastados do relacionamento com Deus, o único digno de toda honra e glória, não seria possível continuarmos numa posição que é dele.
Por isso deus envia um segundo Adão: seu Filho Jesus Cristo. Ele é perfeito em sua humanidade e foi coroado de honra e de glória (João 1.14). Ele é também a imagem perfeita de Deus (Hebreus 1.3). Jesus assumiu a nossa condição humana, inclusive a nossa condenação pela desobediência, e na cruz providenciou uma solução definitiva para o problema. A honra e a glória humanas só podem ser reencontradas na pessoa de Jesus Cristo, morto e ressurreto. Deus nos leva em alta consideração; nenhum dos nossos problemas ou dificuldades é pequeno demais para ele. Por amor, ele decidiu nos perdoar, resgatar e salvar. Tal como na ressurreição Jesus Cristo foi coroado de glória, aqueles que creram em Jesus Cristo receberão na ressurreição um corpo de glória (Filipenses 3.21), podendo assim participar novamente do plano original de Deus para a humanidade.
Autor: Alexander Stahlhoefer - Timbó - SC
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