domingo, 16 de dezembro de 2012

O mundo do lado de fora

“Chegai-vos para Deus, e ele se chegará para vós. Limpai as mãos, pecadores; e, vós de espírito vacilante, purificai os corações” (Tiago 4:8). “Não é o navio na água mas a água no navio que o afunda. Da mesma forma, não é o Cristão no mundo mas o mundo no cristão que constitui o perigo. Qualquer coisa que ofusca a minha visão do Senhor Jesus, ou afasta-me do prazer de estudar a Bíblia, ou paralisa minha vida de oração, ou dificulta o meu trabalho cristão, está errado para mim e eu devo rejeitá-la.” (J. Wilbur Chapman) Que lugar tem ocupado o mundo em nossa vida? O lado externo ou interno? Temos, como cristãos, repelido todas as armadilhas que o mundo oferece, por mais brilhantes e sedutoras que sejam? Temos compreendido que o nosso testemunho precisa glorificar, em todos os aspectos, o nome do Senhor? Muitas vezes cedemos às tentações crendo que o nosso “pecadinho” não terá nenhuma influência em nossa vida espiritual. Cremos dessa forma e estamos completamente enganados. Um grande afastamento de Deus começa por um pequeno passo a poucos centímetros dEle! E quanto mais longe estamos do Senhor, mais difícil se torna o regresso à Sua presença onde existe amor, carinho e todas as bênçãos de que necessitamos para uma vida abundante, feliz e eterna. Quando um navio começa a afundar? Quando tem alguns centímetros de água em seu interior. Quando um cristão começa a afundar espiritualmente? Quando um pequeno pecado se instala em seu coração. Se o comandante obtém sucesso em deter a entrada de água logo no início, o navio se salva. Se o cristão rejeita o pecado logo que ele tenta encontrar espaço em sua vida, a porta é fechada e ele segue firme glorificando e engrandecendo o nome do Senhor Jesus. Você pode viver no mundo, mas não o deixe viver em você.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Perdão

Então Pedro, aproximando-se dele, disse: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete?Jesus lhe disse: Não te digo que até sete; mas, até setenta vezes sete. (Mateus 18:21-22) Lembra quando…? Essas palavras se ouvem muito durante o Natal, entre familiares, ou com amigos, sempre trazemos na memória recordações agradáveis de natais passados. Mas também vem a nossa memória experiências que não queríamos lembrar: a dor de algo que passou, a pressão de criticas negativas, a decepção de alguma promessa que não foi cumprida, a rejeição e as aflições. O que temos que fazer com esse tipo de recordação? Temos que arrasta-los por toda nossa vida, junto com o resto de nossas cargas? Não tem que ser assim, podemos nos desfazer dessas recordações, alias, temos que nos desfazer delas. Mas somente há uma forma que isso aconteça: por meio do perdão. Perdoar a outros parece algo fácil de fazer, mas na verdade pouco se faz. Olhamos o perdão como se fosse uma alternativa que temos na vida, como algo que podemos aceitar ou descartar. Mas na verdade é que o perdão é um requisito fundamental na vida de um crente. Desde o ponto de vista de Deus, o rancor – ou falta de perdão- é uma maldade. Em Mateus 18, Jesus relata uma parábola que ilustra as consequências do rancor. A parábola fala de um servo que devia a seu senhor uma divida equivalente a milhões de reais. “Quando chegou o dia que deveria saldar a divida, o servo disse a seu amo: Senhor tenha paciência comigo, eu te pagarei tudo”. O seu senhor se comoveu e perdoou toda divida. Pouco depois, esse servo buscou a um amigo que lhe devia o equivalente a quinze reais. Ao se dar conta de que o amigo não poderia paga-lo, fez com que o prendessem e não se importou com o clamor que esse lhe fez. Quando o senhor do servo viu o que aconteceu, se indignou e disse que era um servo malvado, e o entregou aos executores até que pagasse tudo o que lhe devia. Note o montante da divida que não foi perdoada: quinze reais. As dividas pequenas são na maioria as que nos causam mais problemas: os ressentimentos insignificantes entre os casais ou irmãos, os rancores que não parecem importante para afrontá-los. Tenha cuidado, essa é classe de divida que Satanás usa para atormentá-lo. Jesus Cristo pagou uma montanha de dividas por você. Sem dúvida , você pode ser generoso com as dividas de centavos que outros lhe devem. Busque ao Espírito Santo e peça que lhe mostre qualquer rancor que você esteja abrigando. Logo, arrependa-se e livre-se desse rancor. Faça desse Natal não só um tempo para recordar, mas também para perdoar e esquecer.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

O machado e o lenhador

“Tudo tem a sua ocasião própria, e há tempo para todo propósito debaixo do céu.” Eclesiastes 3:1 Essa é a história de Pedro, um ótimo lenhador que chegou a uma serraria procurando emprego. O capataz deu-lhe um dia para que ele mostrasse as suas habilidades. Pedro surpreendeu o capataz, pois era capaz de derrubar dez árvores enquanto o normal era abater duas por dia. O melhor lenhador derrubava quatro. Diante disso, Pedro foi alvo de comentários por parte de todos, pois era o melhor lenhador que se conhecia. Foi um verdadeiro sucesso. Porém, depois de algum tempo, sua produção baixou até que passou a ser o pior de todos os lenhadores. O que estaria acontecendo? O capataz preocupado, procurando saber o que estava havendo, chamou Pedro e disse: - No dia em que você chegou aqui derrubou dez árvores, sem demonstrar cansaço e assim continuou por algum tempo. Mas ultimamente o vejo abatido e esgotado, sua produção foi caindo e você tem derrubado apenas uma árvore por dia. O que houve? - Não sei, respondeu Pedro. Estou trabalhando como nunca trabalhei antes: tenho me esforçado três vezes mais, sou o primeiro a ir para a mata e o último a voltar! O capataz pensou um pouco e perguntou a Pedro: - Pedro, nesse tempo que está aqui, quantas vezes você amolou o machado? E Pedro, um pouco atrapalhado, respondeu: - Nenhuma, não tive tempo. Quantas vezes voce amolou seu machado desde que foi chamado por Jesus? Nossa produção tem que no mínimo permanecer estável. Nunca diminuir! O que temos produzido com nossa ferramenta dada por Deus? Nosso machado é nossa fé e nosso amolador é o Espírito Santo. Se voce nãoa tiver contato com Ele, seu machado vai dimiuindo a produção até ficar totalmente cego.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Olhando para o alto!

“Se você colocar um falcão em um cercado de um metro quadrado e inteiramente aberto em cima ele se tornará um prisioneiro, apesar de sua habilidade para o vôo. A razão é que um falcão sempre começa seu vôo com uma pequena corrida em terra. Sem espaço para correr, nem mesmo tentará voar e permanecerá um prisioneiro pelo resto da vida, nessa pequena cadeia sem teto. O morcego, criatura notavelmente ágil no ar, não pode sair de um lugar nivelado. Se for colocado em um piso complemente plano tudo que ele conseguirá fazer é andar de forma confusa, dolorosa, procurando alguma ligeira elevação de onde possa se lançar. Um zangão, se cair em um pote aberto ficará lá até morrer ou ser removido. Ele não vê a saída no alto, por isso, persiste em tentar sair pelos lados, próximo ao fundo. Procurará uma maneira de sair onde não existe nenhuma, até que se destrua completamente de tanto atirar-se contra as paredes do vidro. Existem pessoas como o falcão, o morcego e o zangão: atiram-se obstinadamente contra os obstáculos , sem perceber que a saída está logo acima. Se você está cercado de problemas por todos os lados, olhe para cima! E lá estará DEUS: à distância apenas de uma oração!”

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Hoje!

“… esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim” . (Filipenses 3:13) O segredo consiste em como lidamos com o hoje, não com o ontem e nem com o amanhã. Hoje — um espaço especial de tempo que segura a chave que bloqueia os pesadelos de ontem e destranca os sonhos de amanhã” (Charles Swindoll) O que tem perturbado nossas vidas? Por que vivemos ansiosos, angustiados, sem paz e sem alegria, sem a vida abundante que Deus nos prometeu? Por que nossos lábios se queixam mais do que louvam? Por que, no jardim de nosso dia a dia, cultivamos mais dúvidas que esperanças? Por que nosso semblante não tem o brilho que caracteriza uma pessoa feliz? É provável que o motivo principal seja o fato de ainda estarmos inquietos com os desalentos e decepções do passado, com as frustrações dos passos mal dados, com as derrotas que parecem ainda ferir as nossas almas. Mas, se continuarmos sofrendo todos esses traumas já deixados para trás, onde encontraremos tempo e oportunidades para buscar os nossos sonhos do futuro? Onde acharemos forças para enfrentar e vencer novos reveses que ainda encontraremos pela frente? Onde iremos adquirir o estímulo para abandonar o pessimismo e nos revestir do “mais que vencedores”? É preciso que compreendamos que o mais importante para nós é a bênção de hoje. Não a bênção que não experimentamos ontem e nem a que poderemos receber amanhã. É essa maravilhosa bênção que precisamos abraçar com todas as nossas forças.Ela nos fará esquecer o insucesso anterior e nos encherá de fôlego espiritual para seguir em frente, sem medo, sem ansiedade, sem insegurança. Jesus é a nossa bênção de hoje. Com Ele vencemos os pesadelos de ontem e avançamos, com alegria, rumo aos sonhos de amanhã.

domingo, 2 de dezembro de 2012

Agradar a Deus

“… não como para agradar aos homens, mas a Deus, que prova os nossos corações” (1 Tessalonicenses 2:4). Uma professora, da Classe Bíblica, estava examinando seus alunos depois de uma série de lições sobre a Onipotência de Deus. Ela perguntou: “Existe alguma coisa que Deus não pode fazer?” Houve um momento de silêncio e, então, um menino levantou a mão. Surpresa e desapontada, por haver ensinado que “tudo é possível para Deus”, ela perguntou: “Diga-me, o que Deus não pode fazer?” “Deus”, respondeu o menino, “não pode agradar a todo mundo.” Esta resposta parece tratar-se apenas de um dito popular, porém, nós a tornamos verdadeira. Ele demonstrou todo o Seu amor ao enviar o Filho para pagar o preço de nossos pecados, e nós o rejeitamos. Ele afirmou que jamais nos abandonaria e nós murmuramos, dizendo que Deus se esqueceu de nós. Ele prometeu abrir a janela dos céus para nós e queixamo-nos de que Deus não liga para as nossas necessidades. Ele afirmou que somos mais que vencedores e vivemos como eternos derrotados. Ele nos ensinou a confiar nEle em todas as ocasiões e preferimos confiar em nós mesmos, mesmo após vários tropeços e quedas. Se o dia está muito quente… não podemos ir ao templo adorar ao Senhor. Se está um pouco frio… não vou sair para a reunião de oração porque poderei pegar um resfriado. Se está chovendo… é melhor ficar em casa e fazer as minhas orações ali mesmo. Há sempre uma desculpa para não buscarmos a presença do nosso Deus. Pedimos a Deus um emprego e Ele nos dá. Mas, por que nos deu logo esse? o outro seria muito melhor! Pedimos um aumento de salário e Deus nos atende. Mas, o meu colega ganha mais do que eu e Deus poderia me dar um pouco mais. Pedimos uma casa, para sair do aluguel e Deus nos dá. Mas, essa casa é pequena e eu gostaria de uma casa mais ampla e confortável. Pedimos um carro e Deus nos dá. Mas, o carro do meu vizinho é mais bonito e mais novo, por que Deus me deu um carro tão ruim? E assim vamos, murmurando por tudo! E tudo que citei é material. O que eu deveria buscar do Senhor é uma vida espiritual plena e abundante. Deveria buscar estar diante do Senhor em santidade e fé, em amor e obediência, em louvor e adoração. Se agisse assim, com toda certeza, nos agradaríamos de tudo que o Senhor nos dá. A felicidade não consiste em esperar que Deus nos agrade e sim que a nossa vida agrade a Deus.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Engano

O que o levou a pensar tal coisa? Você não mentiu aos homens, mas a Deus (Atos 4:4b). Talvez você conheça a história daquele desempregado que, depois de procurar por toda parte um lugar onde pudesse ganhar o seu sustento, acabou procurando o dono de um zoológico. Quem sabe teria algum trabalho para ele? Contudo, ali também não havia nenhuma vaga. “Mas”, disse o dono, “tenho uma proposta diferente: há duas semanas morreu o nosso gorila. Ele era uma grande atração para os visitantes. Se você quiser fazer o papel de gorila, eu pago bem. Tenho aqui uma fantasia de gorila e ninguém perceberá que não é de verdade”. Claro que o homem aceitou – precisava sustentar a família. Começou o trabalho e deu-se muito bem. Com muita habilidade agarrava-se às grades. Um enorme tronco inclina-se por cima da jaula do leão ao lado. Ele subia naquele tronco como um verdadeiro malabarista. As pessoas paravam para ver as artes do gorila. Até que, num descuido, escorregou do tronco e caiu na jaula do leão. O leão deu um urro. Ele se assustou e tentou aproximar-se das grades da jaula ao subir. Mas o leão aproximou-se dele. Desesperado, ele gritou: “Socorro!” E o leão respondeu: “cale a boca rapaz, senão nós dois estamos desempregados!” Fantasias de ambos os lados… Foi exatamente assim que estava o coração enganoso de Ananias e Safira, dos quais lemos na leitura de hoje. Na igreja todos os conheciam como cristãos. Na aparência eram tidos como pessoas que buscavam agradar a Deus. Mas lá no fundo do coração as coisas não estavam claras. Na verdade usavam uma “fantasia” de cristão. Até que veio o dia em que a máscara caiu. Deus revelou a farsa. Nem precisavam ter dado todo o valor da venda de sua casa. Ninguém o havia pedido. Mas queriam demonstrar quão piedosos eram e mentiram. Estavam tentando enganar aos homens, mas diante de Deus a máscara cai. Conhecia a história do gorila? Teria alguma semelhança com a sua própria? – LSCH

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Escamas

Algo como escamas caiu dos olhos de Saulo (Atos 9:18). Saulo de Tarso, de quem trata o episódio que lemos hoje, mais tarde adotou o nome de Paulo, sob o qual ficou conhecido como o grande apóstolo que dedicou toda a sua vida a divulgar a mensagem do amor de Jesus Cristo, e a quem devemos grande parte do Novo Testamento. Antes de conhecer a Cristo, porém, ele praticou atos que de forma alguma agradaram a Deus. Era um fanático adversário de Jesus e, caso encontrasse homens ou mulheres que o seguissem, ele os perseguia, prendia e, se possível, até os enviava à morte. Foi necessária uma intervenção direta de Jesus, narrada logo antes do texto bíblico que você acabou de ler, para que ele reconhecesse como estava cego em seu fanatismo. E para que isso se tornasse bem evidente, naquele instante ele ficou também fisicamente cego até receber a visita de Ananias. Muitos ainda estão cegos como Saulo. Vivem no mundo cumprindo suas obrigações, mas longe de uma vida que agrade a Deus. Quando percebem isso, alguns se arrependem, porém o peso da culpa é tão grande que nem conseguem se imaginar perdoados por Deus. Vivem por viver, dia após dia e, como Saulo, parecem ter escamas diante dos olhos, cegos para o imenso amor de Deus. Mas Ele está aí e, para quem deixar Jesus agir, essas escamas espirituais cairão para revelar a nova vida de paz com Deus, completamente regenerada, como aconteceu com Saulo. É um momento precioso, de receber perdão e alegria, quando experimentamos um pouquinho do céu por meio da restauração em Cristo Jesus e do misericordioso amor de Deus. Que as escamas que obstruem o nosso entendimento a nos impedem de enxergar a majestade de Deus possam cair por terra, e com novos olhos cheios de esperança possamos fixar-nos no alvo que é a razão de nossa vida: Jesus Cristo. – APS

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

NOVO ÂNIMO

O Senhor deu esta ordem a Josué, filho de Num: Seja forte e corajoso, pois você conduzirá os israelitas à terra que lhes prometi sob juramento, e e u mesmo estarei com você (Deuteronômio 31:23). O medo tem um poder destruidor muito grande. Ele paralisa, não deixa agir, amarra as mãos. Será que era assim que o povo de Israel se sentia após a morte de Moisés, seu grande líder? Ele tinha o respeito do povo, conhecia bem a Deus e parecia ser a pessoa mais bem preparada para a árdua tarefa de conduzir Israel a Canaã. Porém, os planos do Senhor eram outros e ninguém é insubstituível em sua obra. Aliás, se Deus tem o comando nas mãos, não importa quem esteja à frente; afinal, o líder é Deus, não o homem. No entanto, todos estavam desolados, sem rumo, com um desafio enorme diante deles, sem saber por onde começar. Imagino um olhando para o outro, dizendo: “E agora?”. Parecia não haver esperança. Moisés, que buscava em Deus a solução para cada problema e encontrava uma saída diante dos obstáculos, já não existia mais. Como ficariam as coisas agora? Quem seria o líder? Como o plano de conquistar a Terra Prometida tinha sido elaborado pelo próprio Deus, Ele mesmo seria o responsável pelo desafio. Ele convocou Josué, que fora treinado por Moisés durante a caminhada pelo deserto, para essa árdua tarefa. Também animou-o, lembrando que estaria ao seu lado assim como estivera com Moisés. Mas Josué precisava de coragem para cumprir o plano divino. No texto que lemos hoje, Deus repete a expressão “Seja forte e corajoso” três vezes. Alguém disse que “Coragem não é ausência de medo, mas domínio sobre ele”. É ter consciência do perigo e agir da forma certa. Deus disse que estaria com Josué e deu as orientações necessárias para que ele tivesse sucesso em sua tarefa: deveria ser fiel ao Senhor e apegar-se à sua Palavra. O mesmo vale para nós, hoje. Temos muitos desafios, mas confiando em Deus recebemos a ajuda necessária para vencê-los. – HS

domingo, 18 de novembro de 2012

Detesto

Estas seis coisas aborrece o Senhor, e a sétima a sua alma abomina: (Provérbios 6:16). Hoje de manhã minha esposa comentou um texto devocional que havia lido. Fiquei impressionado, pois nunca tinha parado para refletir sobre as coisas que Deus detesta. Primeiramente, gostaria de relatar sete coisas que eu detesto: (1) não gosto de jiló, (2) não gosto de ficar com fome, (3) não gosto de cobrar quem me deve, (4) não gosto de ser tratado de forma diferenciada, (5) não gosto de ver meu carro sujo, (6) não gosto de ficar devendo a ninguém e, por fim, (7) não gosto de um certo canal de TV. Provavelmente, cada um de nós pode selecionar sem dificuldade aquilo de que menos gosta. Eu, pelo menos, não fiz muito esforço para criar a minha lista. Na verdade, se formos cristãos, ou seja, se nossa vida tiver Cristo como alvo, é necessário gostarmos daquilo que Jesus aprecia e detestar o que Ele detesta. Ele é o nosso alvo (Filipenses 3:13-14)! E, afinal, (1) um jilozinho não faz mal a ninguém, (2) ficar faminto esporadicamente não mata ninguém, (3) cobrar os inadimplentes faz-se necessário, (4) revelar atitudes dos menos avisados é salutar, (5) deixar o carro sujo às vezes é aceitável, (6) pedir emprestado em casos especiais é uma solução, (7) e assistir ao noticiário daquele canal de TV às vezes pode ser bastante útil. Enfim, o que mais me impressiona nisso tudo é que talvez não nos lembremos de detestar aquilo que o Senhor detesta. No texto básico de hoje encontramos sete coisas que o Senhor detesta. Qual é sua posição com relação a elas? Possivelmente algo tenha de mudar… aquilo que desagrada ao Senhor precisa desagradar a nós também. Muitas vezes estamos tão preocupados com os nossos desejos pessoais, com aquilo de que gostamos ou não, que deixamos de combater o que o Senhor detesta em nós. E você: já verificou suas preferências? – DMS

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Gratidão

Jesus perguntou: Não foram purificados todos os dez? Onde estão os outros nove? (Lucas 17:17). Todos nós passamos por lutas e dificuldades. Diariamente há problemas que nos afligem e nos preocupam. E não adianta iludirmos a nós mesmos, achando que não temos dificuldade alguma. Esta realidade leva-nos, na maioria das vezes, a clamar a Deus por auxílio. Isso faz parte do ser humano, pois, por mais descrente que seja, na hora da dificuldade ele vai gritar: “Jesus, Mestre, tem piedade de nós”, como aqueles leprosos do nosso texto. Até o ateu, quando o avião está caindo ou quando está no leito de morte num hospital, clama a Deus. Esta é a natureza humana, que tem necessidade de clamar por socorro. Até aí, tudo bem! Todos fazem isso. Somos todos como aqueles dez leprosos – temos nossos problemas e clamamos a Deus por ajuda. Mas, num segundo momento, em qual dos grupos nos encaixamos? Do samaritano que retornou ou dos nove leprosos que nem se lembraram de agradecer? Quantas vezes passamos dias ou até meses orando e intercedendo por algo que queremos ou de que precisamos. Será que quando recebemos a resposta a essas orações não deveríamos passar no mínimo o mesmo tempo em oração agradecendo pelo que Deus nos deu? O problema, na maioria das vezes, não é que não passamos o mesmo tempo agradecendo quanto passamos pedindo. O problema é que sequer nos lembramos de agradecer. Estamos geralmente mais próximos do grupo dos nove leprosos, que nem retornamos para falar com Jesus. Como você tem correspondido às respostas de oração que Deus lhe tem dado? Quanto tempo você tem tirado para manifestar a sua gratidão pelo que Deus tem feito por você? Você tem-se identificado mais com os nove leprosos ou com aquele samaritano que retornou para agradecer a Jesus? – CK

sábado, 10 de novembro de 2012

Nova Aliança

Eu lhes perdoarei a maldade e não me lembrarei mais dos seus pecados (Hebreus 8:12). O capítulo 8 de Hebreus traz uma gloriosa descrição da nossa posição como cristãos. Estamos em um nova aliança com Deus. Quais suas vantagens? Ela pode ser inscrita em nossa mente e nosso coração. Não está restrita como promessa a um único povo, mas destina-se a todos. Também traz a oferta do perdão dos pecados a cada nova geração. Outra informação necessária sobre essa nova aliança é que ela substitui aquela que Deus havia feito antes apenas com o povo de Israel. Como a nova é superior, por que a antiga permaneceria? Todavia, por incrível que pareça, essa aliança inferior vive sendo tirada do baú pela religiosidade atual. São sacerdotes, rituais, obras, sacrifícios, liturgias, símbolos, atribuição de poder a lugares “santos” e outras superstições dando vida nova àquilo que na verdade já morreu. A nova aliança está presente em quase tudo o que Jesus ensinou sobre o Reino de Deus. Há sempre ali uma nota de alegria. A ovelha perdida, o filho pródigo, a moeda, a semente de mostarda, o grande banquete, os trabalhadores da última hora, felizes pela generosidade do dono da vinha, a alegria da samaritana… que coisa gloriosa, essa nova aliança! Você já havia percebido esse honroso e imerecido lugar que Deus lhe concede? Já mediu o tamanho da riqueza? Já se imaginou como companheiro eterno dos apóstolos e do mártires? Creio que Paulo estava pensando nisso quando escreveu o primeiro capítulo da carta aos Efésios (confira). Expliquemos agora o título. O autor ressalta toda essa grandeza para depois nos avisar: Os que rejeitaram aliança inferior sofreram grande castigo. Depois alerta para o castigo que merecerá quem insultar o Filho de Deus e profanar o sangue dessa nova aliança (Hebreus 10:29). Toda sua descrição desemboca depois nesse solene aviso. A nova aliança com Deus por meio de Jesus merece toda a nossa dedicação. – MJT

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Honrar a Deus

Proclamem a grandeza do Senhor comigo; juntos, exaltemos o seu nome (Salmos 34:3). Honrar a Deus significa dignificá-lo. É distingui-lo em tudo, dando-lhe prioridade em nosso viver. O nosso Deus merece isso e muito mais. Ele será entronizado nos céus e deve ser exaltado; esteve presente na terra na pessoa do Senhor Jesus Cristo e deverá ser honrado no novo céu e nova terra, eternamente. No Antigo Testamento lemos que os israelitas foram sempre chamados a honrar a Deus. Moisés fez isso quando experimentou o seu poder em tirá-los do Egito, caminhar com o povo no deserto escaldante e abrir o Mar Vermelho para que pudessem atravessá-lo (Êxodo 15). Quando adoramos a Deus, achegamo-nos à sua presença para honrá-lo por quem Ele é, pelo seu poder, por tudo o que Ele significa para nós e pelo que tem feito em nossa vida. O salmista pede a cada um de nós que provemos o Senhor, e então saberemos que Ele verdadeiramente é bom (Salmos 34:8) – e muito mais do que bom! Eu sei disso: Ele faz maravilhas! Esteve comigo em cada desafio, “abrindo o Mar Vermelho”, por isso vou adorá-lo e honrá-lo com todos os fiéis. Para honrar a Deus é necessário que estejamos comprometidos com Jesus. Se o rejeitarmos, por mais que pensemos e falemos sobre espiritualidade, não agradeceremos ao Senhor. Nas minhas caminhadas pela comunidade em que moro encontrei-me com um senhor a quem compartilhei a mensagem do Evangelho. Certa vez ele me disse que cria em Deus e o honrava, mas rejeitava o Filho. “É impossível”, respondi. Jesus é a expressão máxima da revelação do amor de Deus a todos aqueles que crêem. É por isso que quando adoramos a Jesus estamos honrando a Deus. Os profetas do Antigo Testamento tentaram de muitas maneiras explicar o amor divino. Todavia, muitas pessoas nunca deram importância às suas mensagens. Então, Deus resolveu aparecer onde estamos. Quando entendermos que Jesus é a prova do amor de Deus, que veio buscar aqueles que vivem sem Ele, iremos honrá-lo sempre. – JG

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Perigo!

…tendo os olhos fitos em Jesus, autor e consumador da nossa fé (Hebreus 12:2). É nas pequenas coisas que estamos sujeitos aos maiores pecados. Às vezes basta o sucesso do nosso próximo para alimentarmos inveja. Foi o que aconteceu com Caim, que acabou matando seu irmão só porque Deus aceitara a oferta deste e rejeitou a sua (Gênesis 4). Mesmo nas igrejas podemos observar isso, mas dificilmente nos enxergaremos como sendo um Caim ou um Saul, de cuja inveja lemos hoje. Viram que perigo! O amor fraterno produz o contrário. Livra-nos da ganância pelas coisas materiais e leva-nos a beneficiar ao próximo. Desperta em nós alegria com o sucesso do próximo, e nem notamos que, com essa atitude, nos tornamos sócios de Deus! Jônatas, de quem também lemos hoje, tornou-se um símbolo de lealdade humana sem ter essa intenção. Já Saul gastava tempo e energia alimentando sua inveja enquanto Davi se ocupava com as guerras do Senhor. A partir daí, sua vida só foi ladeira abaixo. Davi também era pecador, mas quando errava, na alimentava o seu pecado. Não permitiu que este o impedisse de servir ao Senhor, mas arrependia-se e tratava de obter o perdão de Deus assim que se dava conta dos males que cometia. O adágio “faz a fama e deita na cama” tem levado muitos ao fracasso. Davi não se acomodou com o sucesso que teve diante de Saul, mas usou sua posição privilegiada para ser útil para Deus e o próximo. É a receita de vida para o cristão: quando descobre que pela cruz de Cristo ele alcança a paz com Deus, tornar-se um servo dinâmico do Senhor. Ele não trabalha para que Deus o aceite, mas por gratidão porque já foi aceito por Deus – de graça. O perigo que corremos é perder de vista o Senhor de quem tudo recebemos e, em vez disso, passarmos a olhar em torno medindo-nos por aquilo que os outros são e fazem. Com isso perdemos o rumo e também o contato com a fonte de força, paz e alegria, que só encontramos no próprio Deus. – MJT

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Como são felizes os que em ti encontram sua força, e os que são peregrinos de coração! (Salmos 84:5). A carta à igreja de Esmirna ensina que os cristãos devem perseverar sempre. Aquela igreja cristã estava sendo pressionada por muitos poderes com o objetivo de destruí-la. Era uma caminhada muito difícil, mas os cristãos não tinham outra alternativa senão continuar seguindo ao Senhor Jesus, perseguindo e permanecendo alegres, olhando para o futuro, apesar das grandes ameaças. Estavam sendo desafiados a perseverar, com a esperança real e concreta, no meio de uma sociedade corrompida, até que recebessem o prêmio reservado somente os fiéis, que não param na caminhada da vida cristã. Quando João escreveu o livro do Apocalipse, Esmirna era uma cidade muito importante na Ásia Menor. Situada a pouca distância de Éfeso, era muito rica e linda, e por isso chamada de “Glória da Ásia”. Existiam ali vários templos pagãos. Os cristãos estavam rodeados de adoração pagã, pressionados pelo comércio exagerado e coagidos a adorar o imperador romano. A lei conhecida como PAC Romana exigia que todos os cidadãos do Império se curvassem diante de sua imagem. Esmirna foi a primeira cidade a obedecer a essa lei. Nessa situação a igreja recebe esta carta de Jesus, com uma mensagem encorajadora. Jesus lhe diz saber como ela vivia numa sociedade que amaldiçoava os que criam num Deus vivo e verdadeiro. Se ela perseverasse, contudo, receberia a coroa da vida. Podemos fazer um paralelo entre a situação da cidade de Esmirna e a de nossos dias. Vivemos numa sociedade corrompida. Os templos aos deuses pagãos estão nas passeatas, no consumismo exagerado e até mesmo dentro de nossas casas. A mensagem dirigida aos cristãos pelo Espírito orienta-os a perseverar sem curvar-se diante desses deuses. – JG

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

O Senhor é quem dá sabedoria; de sua boca procedem o conhecimento e o discernimento (Provérbios 2:6). Quantas pessoas estudam tanto e sabem tão pouco! Seu conhecimento consiste no acúmulo de fatos acerca do ser humano, do universo e das filosofias, mas não possuem a verdadeira sabedoria, dada por Deus (veja o versículo em destaque). Certo pregador contou a história de um homem que fez uma longa viagem para entrevistar uma pessoa erudita e famosa. Por meio de muitas fontes ficou sabendo da vasta erudição daquele sábio. Enfim, sentado diante de tal celebridade, disse: - Doutor, vim de longe para fazer-lhe uma pergunta. Observo que as estantes de seu gabinete estão cobertas de livros. Suponho que o senhor tenha lido todos e sei que escreveu vários deles. Também soube que viajou pelo mundo inteiro, conhecendo os homens mais sábios, guias do pensamento e criadores de teorias. Diga-me, por favor: baseado nos anos gastos no estudo de tantas ciências e nas experiências adquiridas, qual o conhecimento que tem verdadeiro valor? O sábio ficou comovido. Tornando as mãos do interlocutor gentilmente entre as suas, disse-lhe: - Meu caro amigo, aprendi duas lições mais elevadas que todos os conhecimentos que acumulei. A primeira é que sou pecador, ou seja, desagrado a Deus constantemente; a segunda, que Cristo é o único caminho para um relacionamento com Deus e a vida eterna com Ele. Na compreensão desses dois fatos, aplicados à minha própria experiência, repousam toda a minha felicidade e todas as minhas esperanças. Eis aí um homem verdadeiramente sábio. Ele compreendeu que de nada adianta acumular conhecimentos se não conhecermos a Deus e não tivermos um relacionamento com Ele por meio de Jesus Cristo. Sabedoria verdadeira é entregar a vida a Deus e tê-lo como Senhor. – MM

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Confiem para sempre no Senhor, pois o Senhor, somente o Senhor, é a Rocha eterna (Isaías 26:4). Certos fatos da minha infância ficaram marcados na minha memória. Quando me lembro deles, um sorriso automaticamente surge em meu rosto. Sábado era dia de irmos até o centro da cidade para passear e comprar suprimentos para a casa. Como eu era muito pequena, quase sempre estava no colo do meu pai, mas como toda criança queria caminhar! Ao atravessar a rua ou desviar de algum obstáculo, as mãos do meu pai seguravam as minhas com mais firmeza ou ele me colocava em seu colo novamente. Eu não tinha noção dos perigos durante o percurso, apenas caminhava segurava olhando para todos os lados, pois naquelas mãos eu confiava plenamente. Como era gostoso sentir o calor das mãos do meu pai envolvendo as minhas tão pequenas. O tempo passou já não sou mais criança, mas essa cena da minha infância gerou um aprendizado para toda a minha vida! Existe alguém que nos ama mais do que qualquer ser humano. Uma pessoa tão especial que deseja caminhar conosco pelas estradas da vida, segurando nossa mão ou nos carregando em seus braços de amor. Ele deseja que sejamos como criança para nos lançarmos sem medo no seu colo, confiando que ali é nosso lugar seguro, nossa Rocha eterna! Jesus deseja ser o nosso amor maior! Ele nos oferece ajuda, consolo, proteção e vida eterna. Aprenda a confiar naquele que realmente pode guiar você em qualquer situação; descanse em seus braços! Viver com essa segurança – a presença de Deus em nossa vida – faz toda a diferença. Nas lutas do seu dia a dia, nas dores que certas situações trazem ao seu coração, diante das dúvidas e temores, confie nas mãos daquele que pode alcançá-lo em qualquer lugar onde você estiver. Em meio às lágrimas, um sorriso involuntário de criança surgirá em seu rosto! – VP

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Digo-lhes a verdade: Quem não receber o reino de Deus como uma criança, nunca entrará nele (Lucas 18.17). Jesus sempre surpreendia seus discípulos e surpreende-nos a todo instante quando lemos na Bíblia o registro de algumas de suas atitudes no dia a dia. Esta em relação às crianças é extraordinária. Em uma época e local onde pouco ou quase nenhum valor era dado às crianças, Jesus, indignado (Marcos 10.14) com a atitude de seus discípulos, que procuravam impedir alguns pais de trazerem suas crianças até ele para serem abençoadas, mostra o valor que lhes dá. Ele vai ainda mais longe, não mostra apenas que em matéria de fé elas servem de modelo para os adultos. Fico imaginando como os discípulos ficaram chocados naquele dia. Certamente com boas intenções é que procuravam impedir a aproximação dos pais com as crianças. Creio que na mente deles Jesus era muito importante para gastar tempo abençoando os pequeninos. Para eles o mestre não poderia ser interrompido em sua atividades por causa de algumas pequenas crianças. Mas, que surpresa, Jesus os repreendeu por agirem com tamanha insensatez, mestre que é, aproveitou o ocorrido para ensinar-lhes mais esta lição: só entram no reino de Deus aqueles que o receberem como crianças. Ou seja, não é pela força, sabedoria, ou qualquer outra qualidade de que possamos nos orgulhar que entraremos no reino de Deus, mas pela dependência, receptividade, reconhecimento de fraqueza e confiança completa. Como crianças que confiam em seus pais é que conseguiremos esta graça. Assim, estejamos atentos. Olhemos com cuidado para as crianças, pequenas e indefesas. Jesus tinha tempo para elas e nós também devemos ter. Olhemos para elas com amor e sabedoria. Tratemo-las com carinho, e aprendamos com a confiança singela que praticam o modo certo de confiar em nosso Mestre para a salvação. Autor: Antonio Renato Gusso - Curitiba - PR

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Deixo-lhes a paz; a minha paz lhes dou. Não a dou como o mundo a dá. Não se perturbe o seu coração, nem tenham medo (João 14.27). No texto que você acabou de ler, João relata que os discípulos de Jesus estavam com medo dos judeus. Seu Mestre tinha sido morto e agora poderia ser a vez deles, por isso estavam reunidos com as portas trancadas. O medo naturalmente faz com que as pessoas busquem proteção. Mas Jesus havia dito que ressuscitaria. Uma mulher viu o túmulo vazio e comunicou o fato aos discípulos (João 20.1-2). Isso pode ter suscitado a reunião. Além do medo, eles ainda poderiam estar com muitas dúvidas sobre o que teria acontecido ao corpo de Jesus. É neste momento de medo e perguntas que Jesus aparece entre eles. Ele cumprira sua promessa de ressurreição. A primeira coisa que ele diz é: "Paz seja com vocês". O fato que chama atenção nesta história é que Jesus não os condena. Na hora da prisão dele, eles fugiram e negaram que o conheciam. Mas Jesus, ao se colocar no meio deles, não pede explicações nem os motivos do abandono. Ele apenas deseja que tenham paz. Não aquela tranquilidade de ter sossego na vida, embora esta também seja importante. Mas a paz que ele dá é de um tipo que o mundo não pode oferecer: a paz do perdão. Este está comprovado nos ferimentos dele. Por isso ele mostra as mãos e o lado e pode também perdoar os discípulos que o abandonaram na hora mais difícil. Desde que a humanidade desobedeceu a Deus e se rebelou contra ele, as pessoas procuram por paz, mas não a encontram fora de Jesus. Elas "se trancam" em si mesmas e em suas casas, têm medo do que poderá acontecer no futuro e também da morte. Mas é nesta hora que Jesus vem ao seu encontro, não para condená-las, mas para tirar o medo e dar a paz. Ele oferece seu perdão, um novo relacionamento com Deus e uma nova vida com ele. Você já teve este encontro com Jesus? Autor: Vanderlei Schach - Nova Ramada - RS

domingo, 14 de outubro de 2012

O rei deu ordens, e eles trouxeram Daniel e o jogaram na cova dos leões. O rei, porém, disse a Daniel: “Que o seu Deus, a quem você serve continuamente, o livre” (Dani el 6:16). Muitas são as coisas que podem levar pessoas a criar planos maldosos. Neste caso, contra Daniel, a inveja de certos indivíduos que queriam poder levou-os a conspirar contra a vida de alguém que lhes era próximo e até mesmo trabalhava com eles. Assim, armaram um ardiloso plano para incriminá-lo e levá-lo à morte. O plano buscava fazer com que Daniel se tornasse infiel a Deus. No episódio deste capitulo é possível que ele já fosse um homem idoso e, mesmo assim depois de uma convivência prolongada, os homens que tentaram arruiná-lo não achavam erros nele: Daniel era totalmente íntegro, por isso foi necessário forçar uma situação. Mesmo sendo incriminado por sua atitude, Daniel não abriu mão de seguir seus princípios e continuar buscando seu Senhor. Embora essa decisão o levasse a uma cova cheia de leões, nada o fez mudar, pois ele confiava em que Deus continuava no controle daquela situação. Não deixa de haver alguma ironia no milagre que protegeu Daniel naquela cova de animais ferozes contra as feras humanas que conspiraram contra ele, para depois continuar prosperando como um dos administradores de Dario. A grande questão e diferença é que, além dos leões, Daniel tinha a companhia de Deus, aquele que possui autoridade sobre tudo e todos. O texto bíblico mostra que Deus zela por aqueles que lhe são fiéis e, ainda que os inimigos pareçam poderosos, Deus é soberano sobre todos eles. A fidelidade de Daniel ao Senhor foi importante, mas o que fez diferença mesmo foi a fidelidade de Deus ao seu servo. Sem depender da nossa fidelidade, o Senhor a honra com a sua, que é infinitivamente superior. O Senhor jamais esquece os seus. Mesmo que você esteja numa cova, Ele estará com você.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Se vocês, apesar de serem maus, sabem dar boas coisas aos seus filhos, quanto mais o pai de vocês, que está nos céus, dará coisas boas aos que lhe pedirem! (Mateus 7.11) Num dia desses fiquei observando um sabiá com seu filhote. Ele revirava as folhas à sua frente com agilidade e força impressionantes. O filhote estava faminto e por isso era necessário achar comida. Ao revirar as folhas, foram aparecendo alguns pequenos insetos, que o sabiá engoliu. Mas de repente ele se pôs a bicar o chão com mais força e apareceu uma minhoca gorda. Essa ele não comeu, mas a serviu ao seu filhote. Outras minhocas apareceram, mas ele comeu apenas as pequeninas; as maiores e mais bonitas ele dava ao filhote. Refletindo sobre esta cena me vieram à mente as palavras de Jesus que você acabou de ler no versículo destacado. Tenho dois filhos e tento dar boas coisas a eles. Apesar de ser pecador e errar em alguns momentos, esforço-me para não lhes fazer mal ou lhes dar algo que seja ruim. Não lhes dou pedra quando pedem pão. Não lhes dou um tapa quando querem carinho. E de fato é assim; nós sabemos dar boas coisas aos nossos filhos. Muitas vezes agimos como o sabiá e ficamos com o inferior para que eles recebam o melhor. Jesus faz muito mais. Ele nos dá coisas ainda melhores. Em sua palavra ele nos dá a garantia de que tudo aquilo que precisamos para nossa vida não nos faltará. Muitas vezes duvidamos da sua bondade, até mesmo achando que ele não é justo e que aquilo que nos dá não é bom. Vamos olhar para o que fez por nós. Ele morreu a nossa morte. Tomou sobre si o nosso castigo, a nossa rebeldia contra Deus. E se ele fez tudo isso por nós, tenha certeza de que fará também as demais coisas. Ele cuida das aves, das flores do campo e muito mais de nós. E tudo isso ele faz sem pedir algo em troca; tão somente deseja que tenhamos fé nele, e que o busquemos de todo o nosso coração. Se assim procedermos, podemos ter a certeza de que Jesus fará o melhor por nós. Autor: Marcos Passig - Palmitos - SC

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Ele abençoou; e não o posso mudar (Números 23.20). Balaque, rei dos moabitas, provavelmente possuía muitos bens e acreditava que poderia tudo, até destruir o povo de Deus. O povo de Deus causava-lhe temor por ter obtido grandes vitórias. Essa é a razão porque Balaque chamou Balaão, um profeta pagão. Balaque tinha convicção de que quem quer que Balaão abençoasse seria abençoado e quem ele amaldiçoasse seria amaldiçoado. Nos costumes dos povos antigos, tanto a bênção como a maldição eram tidas como armas de guerra. Quando Balaque contratou Balaão para amaldiçoar o povo de Deus, queria fazer uso da palavra de Balaão com essa perspectiva. Que ironia! Em Números 23.8 e 20, Balaão declarou que todo o poder vinha do Senhor e ele não podia amaldiçoar aquele que o Senhor já havia abençoado. Balaque buscava amaldiçoar o povo de Israel por questões de poder. Mas ele já sabia (verso 6) que o povo de Israel era mais forte. No entanto, usou de todos os recursos para mudar essa situação. Balaão parece que servia ao Senhor, mas Deus conhecia o seu coração e verdadeiros interesses; quando ele foi ao encontro com Balaque, preocupou-se com as ofertas. Deus, conhecendo tais motivações, colocou um anjo no caminho, interrompendo a viagem e mostrando que Balaão deveria falar somente o que Deus quisesse (22.35). Balaão logo percebeu que não poderia agir contra alguém que Deus protegia. Por isso não precisamos temer aqueles que estão contra nós quando Deus é o nosso protetor. Apenas é preciso confiar que Sua mão será o socorro nos momentos necessários, mesmo que homens tão poderosos como Balaque se levantem em oposição. Ainda que pessoas maldosas queiram nos destruir, se o Senhor estiver ao nosso lado, não conseguirão tal feito. Os planos do inimigo foram frustrados pelo próprio Deus a quem o povo temia. Toda maldade caiu por terra, não diante do poder de Balaque ou das palavras de Balaão, mas diante do Senhor, porque Ele é o todo poderoso. Autor: Marivete Zanoni Kunz - Ijuí - RS

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Espere no Senhor. Seja forte! Coragem! Espere no Senhor (Salmos 27:14). Talvez uma das estações do ano mais difíceis de enfrentar seja o inverno! Os dias frios, cinzentos e úmidos nos trazem desconforto e, às vezes, até certo mau humor! Em dias assim gosto de observar a natureza! Muitas árvores ficam sem folhas nessa estação, parecendo sem vida ou até mortas. Olhamos para elas e pensamos: “Será que ainda darão flores e frutos? Ficaram tão secas e frágeis, parecendo sem vida!” Mas como é lindo quando a primavera chega com os primeiros raios de sol e, olhando para as mesmas árvores, começamos a ver as pequenas folhas e flores nascendo! Assim é o nosso viver nesta terra. Passamos por fases, crises, momentos… não importa a palavra usada para definir certos períodos de nossa vida. A verdade é que, como a natureza, todos enfrentamos estações diferente a nossa caminhada. Momentos alegres e de grande contentamento, como o verão. Dias de calmaria e solitude, como o outono. Até que chegam as situações tristes, crises e perdas, que surgem como os ventos gelados do inverno. Os dias frios do nosso viver podem trazer desânimo e descontentamento, mas para os que confiam no Senhor podem ser dias de renovo e esperança. Na estação mais fria do ano as árvores se fortalecem para receber a nova vida que a primavera vai trazer. Elas não estão mortas, pois a vida está em seu interior, por mais que o exterior esteja sem beleza ou alegria. Elas simplesmente esperam a chegada da próxima estação! Talvez você esteja passando por um inverno rigoroso na sua casa, no seu trabalho, na sua vida, mas lembre-se: a primavera vai chegar! O Senhor é bom e os que esperam nele jamais serão esquecidos. Convide Jesus para aquecer seu coração nesses dias frios e entregue a Ele suas folhas secas, seus ramos sem vida – e conte com surpresas! – VP

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Agora já não há condenação para os que estão em Cristo Jesus, porque por meio de Jesus Cristo a lei do Espírito de vida me libertou da lei d o pecado e da morte (Romanos 8.1-2). Você já imaginou sua vida sem caminhos? Seria muito difícil, não é mesmo? No final do ano de 2008 diversas cidades de Santa Catarina ficaram alagadas e foi grande o número de desmoronamentos. Muitas pessoas ficaram isoladas e a esperança delas era que alguém novamente abrisse um caminho e viesse socorrê-las. Do contrário, teriam de enfrentar uma situação ainda mais difícil. O povo de Judá também ficou isolado por um período e passou por uma experiência muito difícil. Devido à sua desobediência, Deus permitiu que o exército da Babilônia invadisse Jerusalém e levasse boa parte de seus habitantes como prisioneiros de guerra. Eles tiveram de percorrer um longo trajeto, indo para longe de sua terra natal. O templo e a cidade de Jerusalém ficaram completamente destruídos. Estando na Babilônia, apesar da relativa liberdade, tinham muita vontade voltar para casa, mas era impossível devido a diversas circunstâncias. O texto de hoje é uma profecia sobre o fim do exílio. Deus volta a trazer consolo para seu povo. Eles deveriam começar os preparativos para voltar a Jerusalém, endireitando o caminho para Deus - ou seja, restaurando suas vidas desertas. Podiam ter esperança, pois o Senhor restauraria Judá. E assim aconteceu. Se olharmos para a Palavra de Deus, nos é revelado que nós também somos prisioneiros. Não de guerra, mas daquilo que desagrada a Deus, como diz Paulo: "[Sou] prisioneiro da lei do pecado que atua em meus membros" (Romanos 7.23). Contudo também somos convidados a enxergar o caminho da liberdade já preparado por Deus. Esse caminho encontramos em Jesus Cristo: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida" (João 14.6). Não há mais motivos para continuar prisioneiro do mal; em Jesus você é livre para sempre! Autor: Marcos Passig - Palmitos - SC

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Respondeu o Senhor [a Moisés]: Eu mesmo o acompanharei e lhe darei descanso (Êxodo 33.14). Minha tia, cristã fiel, faleceu quando eu era jovem. Ao voltarmos à casa dela depois do enterro, sua ausência parecia quase palpável. Faltava sua presença na cadeira onde costumava sentar-se e cantar hinos depois de algum dever caseiro. O texto de hoje relata que uma israelita sentiu tão profundamente a morte de seu marido e de seu sogro que entrou em trabalho de parto e não resistiu às dores. Na hora da morte, lamentou também a perda da Arca da Aliança para os inimigos. A Arca simbolizava a presença do Senhor Deus. Ao recém-nascido ela deu o nome de Icabode, que significa "glória nenhuma". O abalo pela ausência da Arca parece ter sido bem mais profundo que a morte dos familiares queridos: a mulher imaginou o horror de seu povo vivendo sem a presença do Senhor todo-poderoso. Moisés sentiu algo parecido quando desceu do Monte Sinai, onde se encontrara com Deus, e viu Israel adorando o bezerro de ouro (Êxodo 32). Como poderiam avançar para a Terra Prometida? Como ele conseguiria liderar tal povo? Desanimou ao pensar que Deus não iria com eles. Mais tarde, o Senhor respondeu o que foi citado no versículo em destaque. Moisés retomou o ânimo e continuou com a sua tarefa, descansando por ter certeza da presença viva do Senhor. Na verdade, deus está presente em todo lugar, mas quer que isso seja perceptível. Seus filhos demonstram que não estão alheios a ele quando o buscam por meio da oração, o adoram e obedecem aos seus mandamentos. O calor da presença divina sempre dissipa a frieza espiritual. No caso da igreja em Éfeso, o Senhor diagnosticou o seu mal: ela havia abandonado o seu primeiro amor. Receitou o remédio indispensável: "Arrependa-se e pratique as obras que praticava no princípio" (Apocalipse 2.5). Ou seja, servir a Deus crendo na sua presença real. Se estivermos em situação semelhante, voltemos a buscá-lo! Autor: Teodoro Laskowski - Abbotsford - Canadá

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Que é o homem, para que com ele te importes? E o filho do homem, para que com ele te preocupes?
Alguém me disse que seus problemas eram pequenos demais para que Deus se importasse com eles. Na sua opinião, levar aquilo em oração a Deus, que é tão ocupado, seria importuná-lo com coisas de pouca importância. O salmista responde a esta questão dizendo que fomos criados por Deus coroados de honra e glória, um pouco menores do que os seres celestiais. Esses são atributos de Deus. Demonstram seu poder, sua grandiosidade, sua majestade. A intenção de Deus é que a humanidade compartilhe com ele a dignidade de ser governante de toda a criação. Porém, os planos de deus foram frustrados pela desobediência da humanidade. Ao tentar ser iguais a deus, em vez de apenas viverem com Deus, Adão e Eva colocaram-se fora do plano original da criação. A honra e a glória que lhes caberia perdeu-se. Não poderiam exercer mais sua autoridade plenamente. Afastados do relacionamento com Deus, o único digno de toda honra e glória, não seria possível continuarmos numa posição que é dele. Por isso deus envia um segundo Adão: seu Filho Jesus Cristo. Ele é perfeito em sua humanidade e foi coroado de honra e de glória (João 1.14). Ele é também a imagem perfeita de Deus (Hebreus 1.3). Jesus assumiu a nossa condição humana, inclusive a nossa condenação pela desobediência, e na cruz providenciou uma solução definitiva para o problema. A honra e a glória humanas só podem ser reencontradas na pessoa de Jesus Cristo, morto e ressurreto. Deus nos leva em alta consideração; nenhum dos nossos problemas ou dificuldades é pequeno demais para ele. Por amor, ele decidiu nos perdoar, resgatar e salvar. Tal como na ressurreição Jesus Cristo foi coroado de glória, aqueles que creram em Jesus Cristo receberão na ressurreição um corpo de glória (Filipenses 3.21), podendo assim participar novamente do plano original de Deus para a humanidade. Autor: Alexander Stahlhoefer - Timbó - SC

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

A morte, realmente, é o fim de tudo?
A morte conforme o dicionário, significa fim de vida. Será? Vejamos então o pós morte para o não salvo e o salvo em JESUS. Pós morte para o não salvo em JESUS - I Corintios cap 6 vs 10: Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o Reino de DEUS. Apocalipse cap 21 vs 8, temos outras classes de pessoas que também não entrarão no Reino de DEUS: Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, a aos fornicadores, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre, o que é a segunda morte. Pós morte para os salvos em JESUS - Livro de Apocalipse cap 21 vs 6 e 7: E disse-me mais: Está cumprido; Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim. A quem quer que tiver sede, de graça lhe darei da fonte da água da vida. Quem vencer herdará todas as coisas, e eu serei seu DEUS, e ele será meu filho. Aleluia !!! Resumindo: o futuro do cristão, verdadeiramente convertido e que permanecer fiel até o fim é um só - morar com JESUS para sempre, nas mansões celestiais. A morte não tem mais poder sobre sua vida. Sua vida pertence ao Todo Poderoso JESUS!
A porta estreita
A porta é estreita, o caminho é apertado, e pouca gente escolhe seguir por ele, pois implica um estilo de vida diferente do mundano. Mas este caminho conduz à vida eterna, com direito a um novo céu e uma nova terra, onde não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor, porque já as primeiras coisas são passadas. (Apocalipse 21:1,4) Quem escolher entrar pela porta estreita estará, pelos séculos dos séculos, com CRISTO em glória e viverá eternamente em gozo na presença do Todo Poderoso DEUS. Aleluia!!! Associada a idéia de céu está a do paraíso, o lugar destinado aos salvos que morreram em CRISTO. O apóstolo Paulo fala em 2Coríntios 12:2-4 de uma tremenda experiência espiritual durante a qual foi arrebatado ao terceiro céu. Em apocalipse, o apóstolo João fala de um lugar celestial habitado pelos bem-aventurados. Referências prováveis do paraíso. Em suma, DEUS no princípio destinou o homem à imortalidade. Mas, pela inveja do diabo, o pecado e a morte entraram no mundo. O SENHOR, contudo, proveu em CRISTO a salvação, o escape da morte eterna ( que é a 2ª morte ) e a regeneração do homem para uma nova vida de santidade, amor e prazer eterno na presença do CRIADOR. Amados, temos de nos esforçar para entrar pela porta estreita. A porta estreita conduz à salvação eterna da alma humana para estar, sempre, com o SENHOR JESUS. Se você ainda não teve um encontro sincero e íntimo com o SENHOR JESUS, aproveite esta oportunidade e o aceite em seu coração e faça parte da família de DEUS, o Todo Poderoso.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Bem-aventurados os pacificadores, pois serão chamados filhos de Deus (Mateus 5.9) Muitos pensam que para Deus só tem valor aqueles que nós consideramos importantes, mas o texto que lemos hoje mostra que não é assim. Vamos resumi-lo: Jefté, filho de Gileade com uma prostituta, foi escolhido pelo Senhor para servi-lo apesar de seus irmãos por parte de pai o expulsarem de casa por ser filho ilegítimo e para negar-lhe a herança. Jefté foi humilhado pelos próprios irmãos. Você já imaginou ser expulso do acolhimento do seu lar? Mais tarde, os líderes de Gileade pediram sua ajuda contra os amonitas, oferecendo-lhe a chefia sobre eles. Quando somos humilhados, ficamos revoltados e desorientados e muitas vezes nem sabemos o que fazer. Jefté manteve a humildade e não se vingou dos seus irmãos - preferiu confiar em Deus. Nossa reação natural à humilhação é diferente: a tendência é partir não só para a defesa, mas para a agressão - e de guardar ressentimentos. No entanto, o melhor remédio para a humilhação é orar por aqueles que nos perseguem e nos afrontam (Mateus 5.44), e não deixar que o ocorrido nos domine. Jefté foi um líder inteligente e prático, um autêntico filho de Deus. Se você ler adiante a história dele, verá que antes de combater os amonitas ele buscou a pacificação. Lembremos das palavras de Jesus no versículo em destaque. Mesmo assim ele não conseguiu evitar a guerra e, nessa situação, mostrou que era um homem imperfeito como qualquer um de nós. Naquela situação, fez um voto impensado a Deus para ganhar a batalha e o Senhor o fez vencer, mas esse voto lhe custou muito. Finalmente, depois desse incidente, ele ainda venceu outras batalhas e foi juiz de Israel por seis anos. Quando formos humilhados e essa situação criar conflitos para nós, o Senhor lutará por nós se nos mantivermos humildes diante dele, confiando-lhe a questão e promovendo a paz. Afinal, "Deus se opõe aos orgulhosos, mas concede graça aos humildes" (1 Pedro 5.5). Autor: Elias Torres da Silva - São Bernardo do Campo -SP

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Graça de Deus

Espero no Senhor com todo o meu ser, e na sua palavra ponho a minha esperança (Salmos 130.5). O Salmo 130 é uma eloquente prova de que os servos de Deus no Antigo Testamento tiveram seus momentos de depressão. No Novo Testamento não foi diferente (p.ex. 2 Coríntios 1.8). É certo que foram depressões passageiras, mas tiveram. Onde será que conseguiram forças para sari delas? O verso 5 revela a fonte em que se fortaleceram. Imagine uma pessoa saber que tem câncer. Outra recebendo a informação de que acaba de ser demitida do emprego. Outra é informada de que perdeu um parente ou um amigo amado. O salmista nos ensina como enfrentar esses momentos. Ele diz: Espero no Senhor... e na sua palavra ponho a minha esperança. Uma das maiores verdades da Bíblia saiu dos lábios de Jesus quando ele disse: "Neste mundo vocês terão aflições" (João 16.33). Na hora da aflição não há nada a fazer, senão esperar no Senhor. O texto também diz: "... e na sua palavra ponho a minha esperança". Muitos que já têm uma certa idade poderão lembrar-se, com o coração cheio de gratidão, de alguma aflição ou dificuldade, pois Deus não os abandonou. Li um livro chamado "Graça Futura", que ensina a sempre olharmos para o futuro na certeza de que, lá na frente, por piores que venham a ser as aflições, Deus estará conosco. A base dessa esperança é que, ao olharmos para o passado, descobriremos que, nas aflições passadas, Deus esteve presente. Podemos perguntar: Duvidar por que, se ele já deu provas de sua fidelidade? Autor: Manoel de Jesus Thé - São Paulo - SP

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Reflexão

Senhor, que os teus ouvidos estejam atentos à oração deste teu servo, e à oração dos teus servos que têm prazer em temer o teu nome. Faze com que hoje este teu servo seja bem-sucedido, concedendo-lhe a benevolência deste homem (Neemias 1.11). Vivemos num mundo no qual dificilmente passamos um dia sem ouvir lamentos de alguém ou sem nós mesmos nos lamentarmos para um amigo, ou mesmo perante o Senhor. A verdade é que, assim como Neemias, se tivermos de lamentar, deveríamos antes de tudo fazê-lo em oração, diante do Senhor, e esperar sua resposta antes de buscar outras soluções, não importando quanto tempo a resposta demorasse. Neemias nos deixa alguns exemplos valiosos para esses casos, pois não lamentava por coisas banais. Seu lamento era justo, sofria porque seus irmãos se encontravam em grande aflição, e nesse lamento mostrou que confiava nas promessas do Senhor aos seus antepassados. Neemias não desconsiderou as palavras de Deus, outro exemplo para nós nos momentos de luta. Ao lamentar também reconheceu a causa de tudo o que acontecera; neste caso, a infidelidade do povo. Assim, ele foi muito sincero e humilde, inclusive colocando-se como um dos que haviam sido infiéis, mesmo não o tendo sido. Além disso, Neemias demonstrou no seu lamento sua solidariedade com o sofrimento do seu próximo. O comentarista Wiersbe escreve: "O pior pecado que podemos cometer contro outros seres humanos não é odiá-los, mas ser indiferentes a eles: essa é a essência da desumanidade". Chama atenção o fato de um homem como Neemias, que naquela época ocupava uma posição considerada privilegiada e de destaque, sendo inclusive conselheiro do rei, olhar para seu povo tão distante e se preocupar com ele. Isso revela seu caráter: ele apenas lamentou ao Senhor por amor a outros e não pensando em si mesmo. É você, como Neemias, alguém que se preocupa, lamenta e chora em oração pelo próximo? Autor: Marivete Zanoni Kunz - Ijuí - RS --------------------------------------------------------
Devocional para você "Isto, portanto, digo e no Senhor testifico que não mais andeis como também andam os gentios, na vaidade dos seus próprios pensamentos, obscurecidos de entendimento, alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem, pela dureza do seu coração. " Efésios 4:17-18 Pensamento: As pessoas vivem uma cegueira espiritual, obscurecidas de entendimento, em ignorância, alheios à vida de Deus. Esta cegueira, causada pela dureza do coração e pela vaidade, impede que as pessoas vejam a necessidade de se aproximar de Deus. Mas a graça do Pai, e a Sua palavra são como colírios para nossos olhos. Aleluia !!! E nos fazem entender as coisas do Reino de Deus, e viver segundo o propósito do Senhor. Oração: Obrigado pai, porque o Senhor abriu meus olhos e me mostrou a salvação através do Seu filho Cristo Jesus. Coloca mais deste colírio nos meus olhos, quero enxergar cada vez mais com os olhos da fé, e estar cada vez mais no centro da Sua vontade. Abre minha visão espiritual para que eu possa ver o caminho do Senhor, e me afasta das obras do inimigo. Eu oro em nome de Jesus Cristo. Amém. Pr. Paulo

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Curiosidades Bíblicas


-O nome "cristão" só aparece três vezes na Bíblia. (Atos 11:26, Atos 26:28 e I Pedro 4:16)

- A "Epístola da Alegria" , a carta de Paulo aos Filipenses, foi escrita na prisão e as expressões de alegria aparecem 21 vezes na epístola.

- Quem dá aos pobres, empresta a Deus, e Ele lhe pagará. (Provérbios 19: 17)

- O trânsito pesado e veloz, os cruzamentos e os faróis acesos aparecem descritos exatamente como nos dias de hoje. (Naum 2:4)

- A mensagem através de "out-doors" é uma citação bíblica detalhada. (Habacuque 2:2)

- Quem cortou o cabelo de Sansão não foi Dalila, mas um homem. (Juízes 16: 19)

- O nome mais comprido e estranho de toda a bíblia é Maersalalhasbas - filho de Isaias.(Isaías 8:3-4)

- Você sabia que a palavra fé é encontrada apenas quatro vezes no Antigo Testamento?
(Hc 2:4; Jz 9:16, 9:19; e 1Sm 21:5)

- Você sabia que a palavra "DEUS" aparece 2.658 vezes no V.T. e 1.170 vezes no N.T. num total de 3.828 vezes?

- Há na Bíblia 177 menções ao diabo em seus vários nomes.

- O maior versículo é no livro de Ester capítulo 8 versículo 9.

- O menor versículo é no livro de Êxodo capíluto 20 versículo 13.

- O versículo central da Bíblia é o Salmo cap: 118 ver:8, o qual divide a mesma ao meio.

- Os livros de Ester e Cantares de Salomão não possuem a palavra DEUS.

- A expressão "Assim diz o Senhor" e equivalentes encontram-se cerca de 3.800 vezes na Bíblia.

- A Vinda do Senhor é referida 1845 vezes na Bíblia, sendo 1.527 no Antigo Testamento e 318 no Novo Testamento.

- A Palavra "Senhor" é encontrada na Bíblia 1.853 vezes e "Jeová (YHVH)" 6.855 vezes.

- A expressão "Não Temas!" é encontrada 366 vezes na Bíblia, o que dá uma para cada dia do ano!

- Tradução: Você sabia que das 2.000 líguas e dialetos falados no mundo, cerca de 1.200 já possuem a Bíblia ou textos bíblicos traduzidos?

- O nome "Bíblia" vem do grego "Biblos", nome da casca de um papiro do século XI a.C.. Os primeiros a usar a palavra "Bíblia" para designar as Escrituras Sagradas foram os discípulos do Cristo, no século II d.C.;

- Ao comparar as diferentes cópias do texto da Bíblia entre si e com os originais disponíveis, menos de 1% do texto apresentou dúvidas ou variações, portanto, 99% do texto da Bíblia é puro. Vale lembrar que o mesmo método (crítica textual) é usado para avaliar outros documentos históricos, como a Ilíada de Homero, por exemplo;

- É o livro mais vendido do mundo. Estima-se que foram vendidos 11 milhões de exemplares na versão integral, 12 milhões de Novos Testamentos e ainda 400 milhões de brochuras com extratos dos textos originais;

- Foi a primeira obra impressa por Gutenberg, em seu recém inventado prelo manual, que dispensava as cópias manuscritas;

- A divisão em capítulos foi introduzida pelo professor universitário parisiense Stephen Langton, em 1227, que viria a ser eleito bispo de Cantuária pouco tempo depois. A divisão em versículos foi introduzida em 1551, pelo impressor parisiense Robert Stephanus. Ambas as divisões tinham por objetivo facilitar a consulta e as citações bíblicas, e foi aceita por todos, incluindo os judeus;

- A Bíblia foi escrita e reproduzida em diversos materiais, de acordo com a época e cultura das regiões, utilizando tábuas de barro, peles, papiro e até mesmo cacos de cerâmica;

- Com exceção de alguns textos do livro de Ester e de Daniel, os textos originais do Antigo Testamento foram escritos em hebraico, uma língua da família das línguas semíticas, caracterizada pela predominância de consoantes;

- A palavra "Hebraico" vem de "Hebrom", região de Canaã que foi habitada pelo patriarca Abraão em sua peregrinação, vindo da terra de Ur;

- Os 39 livros que compõem o Antigo Testamento (sem a inclusão dos apócrifos) estavam compilados desde cerca de 400 a.C., sendo aceitos pelo cânon Judaico, e também pelos Protestantes, Católicos Ortodoxos, Igreja Católica Russa, e parte da Igreja Católica tradicional;

- A primeira Bíblia em português foi impressa em 1748. A tradução foi feita a partir da Vulgata Latina e iniciou-se com D. Diniz (1279-1325).

- A primeira citação da redondeza da terra confirmava a idéia de Galileu, de um planeta esférico. Bastava que os descobridores conhecessem a bíblia. (Isaías 40:22)

- Davi, além de poeta, músico e cantor foi o inventor de diversos instrumentos musicais. (Amós 6:5)


quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Deus conosco

Não tenha medo, pois eu estou com você (Isaías 43.5). A época em que viveu o profeta Isaías foi um período conturbado na história do povo de Israel, com a iminente invasão do seu território pelo exército assírio. Prevendo um período de cativeiro no futuro, como de fato aconteceu depois, Isaías advertiu o seu povo das possíveis dificuldades que enfrentariam. Apesar de a nação de Israel ser infiel a Deus, ele ainda a amava e lhe prometia libertação do cativeiro. O primeiro versículo da leitura de hoje mostra como Deus se interessa pelo seu povo, encorajando-o e garantindo-lhe seu cuidado pessoal. Deus promete permanecer com o seu povo e preservá-lo mesmo nas mais duras situações, descritas no texto lido com a ilustração da passagem por águas profundas e fogo. O livro de Daniel relata uma situação concreta dessa natureza enfrentada na Babilônia pelos seus companheiros. Hananias, Misael e Azarias, mais conhecidos como Sadraque, Mesaque e Abede-Nego: eles passaram por uma fornalha em chamas e não sofreram nenhum dano (Daniel 3). Por que Deus se preocupou tanto com o povo de Israel? É porque ele escolheu essa nação para ser o seu povo em particular. De igual modo, um cristão de verdade (não só de rótulo) também é propriedade particular de Deus, comprado pelo sangue de Jesus Cristo derramado na cruz: "Vocês sabem que não foi por meio de coisas perecíveis como prata e ouro que vocês foram redimidos da sua maneira vazia de viver, transmitida pelos seus antepassados, mas pelo precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro sem mancha e sem defeito" (1 Pedro 1.18-19). Portanto, o mesmo Deus que prometeu estar com o povo de Israel no Antigo Testamento, promete no Novo Testamento estar também conosco: "Estarei sempre com vocês até o fim dos tempos" (Mateus 28.20). Anime-se, pois, porque "se Deus é por nós, quem será contra nós" (Romanos 8.31). Autor: Mario Miki - Curitiba - PR

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Reflexão sobre Ansiedade

Lancem sobre ele toda a sua ansiedade, porque ele tem cuidado de vocês (1 Pedro 5.7)

A ansiedade é algo que qualquer ser humano tem, tanto é que a Bíblia menciona o problema - inclusive o próprio Senhor Jesus falou sobre ele. Uma crise de ansiedade é terrível: o coração parece que vai pular pela boca, e não se consegue respirar direito (mesmo sabendo que suas funções estão normais, há algo que sufoca). Nessas horas, acabamos pensando só nas situações mais difíceis de serem resolvidas na nossa vida ou na de parentes e amigos. Podemos também lembrar-nos de pessoas doentes que talvez estejam passando por problemas respiratórios. Por incrível que pareça isso pode intensificar a crise de ansiedade e aparentemente faz com que se consiga respirar menos ainda. Se a pessoa está deitada, parece que há necessidade de se levantar; se está em alguma sala de trabalho ou de reunião ou no quarto, parece que precisa sair daquele local, pois estando ali ficará sufocada. Como devemos reagir numa crise destas? É claro que alguma coisa pode ser física também, ou então psicossomática, mas enfim, o que podemos fazer nestes momentos?

Se você for cristão, ou seja, crê em Deus e em seu Filho Jesus Cristo e a ele entregou sua vida, saberá que é hora de orar, contando ao Senhor como você se sente. Como diz o versículo em destaque, devemos lançar todas as nossas ansiedades sobre Deus. Isso significa jogar longe, não reter, mandar para Deus aquilo que nos sufoca e perturba, tira o sono e provoca todos os sintomas citados acima. O que precisamos aprender ou relembrar sempre, é que a ansiedade vem justamente de problemas cuja solução está fora do nosso alcance. Deus é quem nos ajuda e enfrentá-los e ainda nos mostra a melhor direção a tomar. Além disso, concede a paz que vai além de todo o entendimento (Filipenses 4.7) Que o Senhor lhe dê paz! - como disse Paulo aos tessalonicenses no texto lido hoje.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Louvor



"Meu Abrigo"
 
Eu não vou mais questionar
Reclamar e perguntar
Porque senhor?
Porque senhor?
Eu preciso confiar
Descansar e esperar
Em ti senhor
Em ti senhor
 
Todos os meu pensamentos
Os meus sonhos, meu desejos
São teus senhor.
Minha vida, meu sustento
Minha força e meu tempo
São teus senhor
Se no deserto eu passar
Tu estarás comigo.
Quando me faltar o ar
Sopra em mim teu espírito.
Quando a noite chegar
Tu és o sol da mãnha
Quando a tormenta eu passar
Serás meu abrigo
 

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Leitura Bíblica

[O Senhor] conceda-te o desejo do teu coração e leve a efeito todos os teus planos (Salmos 20.4). É muito bom ouvir alguém desejando a nós o que está escrito no versículo em destaque. Queremos que Deus atenda nossa oração, de preferência o mais rápido possível. No texto de hoje vemos que Moisés chegou a implorar a Deus para que o deixasse entrar em Canaã. Mas, como todos sabemos, Deus nem sempre responde às nossas orações como e quando gostaríamos. Moisés acusou o povo, mas sabia que tinha sido desobediente (Números 20.8-12) e Deus estava sendo justo. Mesmo assim, recebeu um privilégio: subir num monte e olhar a terra de longe (Deuteronômio 34). Moisés morreu sem ter realizado seu grande sonho. Deus tinha outros planos: usaria Josué, ajudante do grande líder, para conduzir Israel na conquista de Canaã. Deus não é um "gênio da lâmpada" ou um "papai noel" celestial. Ele não precisa atender nossos desejos (aliás, é bom lembrar quem é servo neste relacionamento). Apesar disso, ele é tão bom que às vezes nos permite, tempos depois, realizar aquilo que queríamos. No Novo Testamento, em Mateus 17.1-8, lemos sobre um episódio estranho mas glorioso na vida de Jesus. E quem aparece no "monte da transfiguração"? Moisés! Há algumas discussões entre os estudiosos sobre qual seria aquele monte, mas com certeza ele estava localizado na terra conquistada pelos israelitas - na qual Moisés tanto quis entrar. Desta forma, muitos séculos após seu pedido, ele concretizou seu sonho. Lá estava ele, na Terra Prometida que apenas vira de longe, e conversando com o próprio Filho de Deus! A resposta de Deus, mesmo que tardia, foi muito superior ao pedido feito. Pensando nisso, devemos ser gratos por todas as respostas às nossas orações. Quando Deus não atende nossos desejos, podemos confiar que ele sabe o que está fazendo e que isso é o melhor para nós e para as pessoas que nos rodeiam. Deus, sendo tão amoroso, talvez esteja reservando boas surpresas para o nosso futuro.
------------------------------------------------------------- Vitórias em meio ao sofrimento A palavra sofrimento é definida, no dicionário Aurélio, como: Dor física ou moral; padecimento, amargura. / Desgraça, desastre. Analisando, literalmente, a definição de sofrimento é muito difícil alguém sequer vislumbrar vitórias em meio aos sofrimentos por que passa o ser humano. Como alguém, na ótica humana, pode esperar vitória vinda do sofrimento? Muitos atletas, subjugando seu corpo físico, sofrem e busca de vitórias nos diversos esportes, mas não há nenhuma garantia de que serão vitoriosos e receberão vitórias. Na ótica espiritual, a situação é diferente e todo aquele que aceita JESUS como seu Salvador, fazendo a vontade do PAI, esse, certamente, receberá vitórias. Seja qual for a situação, será sempre um vitorioso em JESUS. Aleluia!!! Como podemos ajudar alguém que se encontra em sérios sofrimentos? A Bíblia, Palavra de DEUS, nos ensina. Nunca devemos julgar, antecipadamente, a situação . Se isso fizermos só iremos atrapalhar mais ainda. E o que devemos fazer? Demonstrar empatia para com aquele que sofre (Rm 12:15). Não podemos tomar atitudes de pessoa que sabe tudo, pelo contrário. Antes, devemos pedir a DEUS sabedoria para lidar com aquela situação (Tg 1:5). Temos de ouvir aquele que padece de sofrimento (Tg 1:19) e devemos orar por ele, para que DEUS aja conforme a Sua soberana vontade (Fp 4:6,7). Para que possamos ajudar nosso próximo que sofre, devemos saber como suportar, em nós mesmos, os sofrimentos. Será correto exigir de DEUS o porquê? Acho que não! O correto é contentar-se ao saber quem está no total controle (Rm 8:28-30). Há pessoas que, no sofrimento, afastam-se de DEUS como se Ele fosse o culpado, mas deveriam reconhecer que Ele, estando conosco, nunca nos abandonará nem desamparará (Hb 13:5). Se orarmos e nos humilharmos ainda mais Ele sempre nos dará vitórias (1Pe 5:6,7). Não podemos nos impacientar com o Todo Poderoso SENHOR, antes esperar pele Seu perfeito tempo (Sl 31:14,15). Não devemos entregar-nos ao desespero , mas esperar no SENHOR (Sl 27). E nunca buscar resultados com as nossas próprias soluções (Pv 14:12), mas confiar na orientação do SENHOR (Pv 3:5,6). Não há nenhuma ilusão que possa diminuir o sofrimento (macumba, feitiçaria, magia e afins), mas buscando a verdade em DEUS teremos vitórias (Jo 8:32). Afastar a raiva e a ira é uma boa arma para, nos achegando até DEUS, termos vitória (Tg 1:19,20). E afastando a raiva, não nos entregaremos aos nossos próprios desejos e, com isso, nos mantemos puros diante do SENHOR (1Pe 2:11,12). A depressão também deve ser expulsa, em nome de JESUS, para que depositemos no SENHOR, e apenas Nele, a nossa total esperança (Jó 13:15). Amados, no nome poderoso de JESUS, declaro as mais ricas bênçãos da parte de DEUS, o SENHOR, na vida de todos aqueles que aceitaram JESUS como salvador. Recebam do SENHOR: O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã (Sl 30:5b)

sábado, 18 de agosto de 2012

Mensagem de Fé

Muitas vezes somos com um barco sem direção, levado pelo vento, e as tempestades estão a ponto de nos fazer tombar e afundar. Isso era o que acontecia com os barcos de verdade até que foi inventada a âncora. Ela é usada para manter a embarcação em um local específico, firmando-a com segurança.

A Bíblia nos ensina que também temos uma âncora, chamada esperança. Ela torna nossa vida equilibrada. Assim como um navio fica seguro quando está no ancoradouro, nossa vida se firma na esperança que nos liga a Cristo. Ele é o nosso supremo sacerdote (verso 20). No Antigo Testamento, o sacerdote representava o povo diante de Deus, oferecendo sacrifícios em seu favor. O Novo Testamento deixa claro que Jesus, com sua morte e ressurreição, passou a desempenhar este papel de mediador por meio de seu sacrifício único e perfeito. Confiar nele é como jogar uma âncora e conquistar a firmeza necessária para viver. Além disso, buscar a Cristo é um forte alento. Nele temos o consolo que precisamos, a segurança na caminhada e a certeza de um relacionamento real com Deus.

O texto que lemos hoje, deixa claro que as promessas que lemos na Bíblia vêm do próprio Deus, e ele é fiel. Por isso, sabemos que a âncora da esperança em Cristo nunca vai nos decepcionar. Abandonar esta esperança é como puxar a corda e encurtá-la, ficando assim sujeito a ser levado pelas ondes ventos contrários.
Se há em sua vida alguma situação que esteja tentando levá-lo para longe de Deus, não importa qual seja ela, saiba que você pode se firmar na âncora da esperança em Jesus. Ele é o único que pode lhe dar uma firme consolação, segurança e direção para a vida.


Autor: Hebert dos Santos Gonçalves - Ceres - GO


Sempre há muitos desafios, surpresas, tristezas e alegrias…

A vida é feita assim, às vezes nos deparamos com situações que nos afligem, nos fazem sentir medo e até mesmo chorar, mas saiba que a cada momento da vida, cada lágrima caída, cada sorriso dado, está tudo anotado no diário de Deus.
E pode ter certeza que nem um segundo Ele esqueceu de anotar, anotou suas lutas, seus choros, mas com um detalhe, Ele não esqueceu de anotar o dia de sua vitória!
Não desista de teus projetos e sonhos porque antes mesmo deles serem projetados por você, já foi projetado e anotado por DEUS!
Não desista nunca, Deus está contigo!

A maior graça que um homem pode ter na vida é a de conhecer a Deus e fazer a experiência do Seu amor.
Muitas pessoas, quando têm um encontro pessoal com o Pai, mudam radicalmente de vida, porque descobrem o verdadeiro sentido dela.
Não há como, simplesmente, explicar o que nos acontece quando encontramos a Deus.
Precisamos passar por essa experiência, que é única, individual e sublime.
Vejamos o testemunho de São Paulo: Na verdade, considero tudo como perda diante da vantagem suprema que consiste em conhecer a Cristo Jesus, meu Senhor (Fl 3,8).
Procuremos o Senhor, incansavelmente, e deixemo-nos alcançar por Ele.
"Não tenham medo! A vida com Cristo é uma aventura maravilhosa.
Só Ele pode dar significado pleno à vida.
Só Ele é o centro da história. Vivam por ele

Frases sobre Deus


Deus, para a felicidade do homem, inventou a fé e o amor. O Diabo, invejoso, fez o homem confundir fé com religião e amor com casamento.
Machado de Assis


Se Deus criou as pessoas para amar, e as coisas para cuidar. Por que amamos as coisas e usamos as pessoas!
Bob Marley

Não cruze os braços diante de uma dificuldade, pois o maior homem do mundo morreu de braços abertos! Bob Marley

É melhor atirar-se à luta em busca de dias melhores, mesmo correndo o risco de perder tudo, do que permanecer estático, como os pobres de espírito, que não lutam, mas também não vencem, que não conhecem a dor da derrota, nem a glória de ressurgir dos escombros. Esses pobres de espírito, ao final de sua jornada na Terra não agradecem a Deus por terem vivido, mas desculpam-se perante Ele, por terem apenas passado pela vida.
Bob Marley


Não importa saber se a gente acredita em Deus: o importante é saber se Deus acredita na gente.
Mário Quintana


Aprendi que deveríamos ser gratos a Deus por não nos dar tudo que lhe pedimos.
William Shakespeare


Quero conhecer os pensamentos de Deus... O resto é detalhe.
Albert Einstein


Sempre que você for impactado por aquilo que é bom nesta vida, tome consciência de que Deus ali está.
Pe. Fábio de Melo