domingo, 16 de dezembro de 2012
O mundo do lado de fora
“Chegai-vos para Deus, e ele se chegará para vós. Limpai as mãos, pecadores; e, vós de espírito vacilante, purificai os corações” (Tiago 4:8).
“Não é o navio na água mas a água no navio que o afunda. Da mesma forma, não é o Cristão no mundo mas o mundo no cristão que constitui o perigo. Qualquer coisa que ofusca a minha visão do Senhor Jesus, ou afasta-me do prazer de estudar a Bíblia, ou paralisa minha vida de oração, ou dificulta o meu trabalho cristão, está errado para mim e eu devo rejeitá-la.” (J. Wilbur Chapman)
Que lugar tem ocupado o mundo em nossa vida? O lado externo ou interno? Temos, como cristãos, repelido todas as armadilhas que o mundo oferece, por mais brilhantes e sedutoras que sejam? Temos compreendido que o nosso testemunho precisa glorificar, em todos os aspectos, o nome do Senhor?
Muitas vezes cedemos às tentações crendo que o nosso “pecadinho” não terá nenhuma influência em nossa vida espiritual. Cremos dessa forma e estamos completamente enganados. Um grande afastamento de Deus começa por um pequeno passo a poucos centímetros dEle! E quanto mais longe estamos do Senhor, mais difícil se torna o regresso à
Sua presença onde existe amor, carinho e todas as bênçãos de que necessitamos para uma vida abundante, feliz e eterna.
Quando um navio começa a afundar? Quando tem alguns centímetros de água em seu interior. Quando um cristão começa a afundar espiritualmente? Quando um pequeno pecado se instala em seu coração. Se o comandante obtém sucesso em deter a entrada de água logo no início, o navio se salva. Se o cristão rejeita o pecado logo que ele tenta encontrar espaço em sua vida, a porta é fechada e ele segue firme glorificando e engrandecendo o nome do Senhor Jesus.
Você pode viver no mundo, mas não o deixe viver em você.
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Perdão
Então Pedro, aproximando-se dele, disse: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete?Jesus lhe disse: Não te digo que até sete; mas, até setenta vezes sete. (Mateus 18:21-22)
Lembra quando…? Essas palavras se ouvem muito durante o Natal, entre familiares, ou com amigos, sempre trazemos na memória recordações agradáveis de natais passados. Mas também vem a nossa memória experiências que não queríamos lembrar: a dor de algo que passou, a pressão de criticas negativas, a decepção de alguma promessa que não foi cumprida, a rejeição e as aflições.
O que temos que fazer com esse tipo de recordação? Temos que arrasta-los por toda nossa vida, junto com o resto de nossas cargas?
Não tem que ser assim, podemos nos desfazer dessas recordações, alias, temos que nos desfazer delas. Mas somente há uma forma que isso aconteça: por meio do perdão. Perdoar a outros parece algo fácil de fazer, mas na verdade pouco se faz. Olhamos o perdão como se fosse uma alternativa que temos na vida, como algo que podemos aceitar ou descartar. Mas na verdade é que o perdão é um requisito fundamental na vida de um crente.
Desde o ponto de vista de Deus, o rancor – ou falta de perdão- é uma maldade. Em Mateus 18, Jesus relata uma parábola que ilustra as consequências do rancor. A parábola fala de um servo que devia a seu senhor uma divida equivalente a milhões de reais. “Quando chegou o dia que deveria saldar a divida, o servo disse a seu amo: Senhor tenha paciência comigo, eu te pagarei tudo”. O seu senhor se comoveu e perdoou toda divida.
Pouco depois, esse servo buscou a um amigo que lhe devia o equivalente a quinze reais. Ao se dar conta de que o amigo não poderia paga-lo, fez com que o prendessem e não se importou com o clamor que esse lhe fez. Quando o senhor do servo viu o que aconteceu, se indignou e disse que era um servo malvado, e o entregou aos executores até que pagasse tudo o que lhe devia.
Note o montante da divida que não foi perdoada: quinze reais. As dividas pequenas são na maioria as que nos causam mais problemas: os ressentimentos insignificantes entre os casais ou irmãos, os rancores que não parecem importante para afrontá-los. Tenha cuidado, essa é classe de divida que Satanás usa para atormentá-lo. Jesus Cristo pagou uma montanha de dividas por você. Sem dúvida , você pode ser generoso com as dividas de centavos que outros lhe devem.
Busque ao Espírito Santo e peça que lhe mostre qualquer rancor que você esteja abrigando. Logo, arrependa-se e livre-se desse rancor. Faça desse Natal não só um tempo para recordar, mas também para perdoar e esquecer.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
O machado e o lenhador
“Tudo tem a sua ocasião própria, e há tempo para todo propósito debaixo do céu.” Eclesiastes 3:1
Essa é a história de Pedro, um ótimo lenhador que chegou a uma serraria procurando emprego. O capataz deu-lhe um dia para que ele mostrasse as suas habilidades.
Pedro surpreendeu o capataz, pois era capaz de derrubar dez árvores enquanto o normal era abater duas por dia. O melhor lenhador derrubava quatro.
Diante disso, Pedro foi alvo de comentários por parte de todos, pois era o melhor lenhador que se conhecia. Foi um verdadeiro sucesso. Porém, depois de algum tempo, sua produção baixou até que passou a ser o pior de todos os lenhadores. O que estaria acontecendo? O capataz preocupado, procurando saber o que estava havendo, chamou Pedro e disse:
- No dia em que você chegou aqui derrubou dez árvores, sem demonstrar cansaço e assim continuou por algum tempo. Mas ultimamente o vejo abatido e esgotado, sua produção foi caindo e você tem derrubado apenas uma árvore por dia. O que houve?
- Não sei, respondeu Pedro. Estou trabalhando como nunca trabalhei antes: tenho me esforçado três vezes mais, sou o primeiro a ir para a mata e o último a voltar!
O capataz pensou um pouco e perguntou a Pedro:
- Pedro, nesse tempo que está aqui, quantas vezes você amolou o machado?
E Pedro, um pouco atrapalhado, respondeu:
- Nenhuma, não tive tempo.
Quantas vezes voce amolou seu machado desde que foi chamado por Jesus? Nossa produção tem que no mínimo permanecer estável. Nunca diminuir! O que temos produzido com nossa ferramenta dada por Deus?
Nosso machado é nossa fé e nosso amolador é o Espírito Santo. Se voce nãoa tiver contato com Ele, seu machado vai dimiuindo a produção até ficar totalmente cego.
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Olhando para o alto!
“Se você colocar um falcão em um cercado de um metro quadrado e inteiramente aberto em cima ele se tornará um prisioneiro, apesar de sua habilidade para o vôo. A razão é que um falcão sempre começa seu vôo com uma pequena corrida em terra. Sem espaço para correr, nem mesmo tentará voar e permanecerá um prisioneiro pelo resto da vida, nessa pequena cadeia sem teto.
O morcego, criatura notavelmente ágil no ar, não pode sair de um lugar nivelado. Se for colocado em um piso complemente plano tudo que ele conseguirá fazer é andar de forma confusa, dolorosa, procurando alguma ligeira elevação de onde possa se lançar.
Um zangão, se cair em um pote aberto ficará lá até morrer ou ser removido. Ele não vê a saída no alto, por isso, persiste em tentar sair pelos lados, próximo ao fundo. Procurará uma maneira de sair onde não existe nenhuma, até que se destrua completamente de tanto atirar-se contra as paredes do vidro.
Existem pessoas como o falcão, o morcego e o zangão: atiram-se obstinadamente contra os obstáculos , sem perceber que a saída está logo acima. Se você está cercado de problemas por todos os lados, olhe para cima!
E lá estará DEUS: à distância apenas de uma oração!”
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Hoje!
“… esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim” . (Filipenses 3:13)
O segredo consiste em como lidamos com o hoje, não com o ontem e nem com o amanhã. Hoje — um espaço especial de tempo que segura a chave que bloqueia os pesadelos de ontem e destranca os sonhos de amanhã” (Charles Swindoll)
O que tem perturbado nossas vidas? Por que vivemos ansiosos, angustiados, sem paz e sem alegria, sem a vida abundante que Deus nos prometeu? Por que nossos lábios se queixam mais do que louvam? Por que, no jardim de nosso dia a dia, cultivamos mais dúvidas que esperanças? Por que nosso semblante não tem o brilho que caracteriza uma pessoa feliz?
É provável que o motivo principal seja o fato de ainda estarmos inquietos com os desalentos e decepções do passado, com as frustrações dos passos mal dados, com as derrotas que parecem ainda ferir as nossas almas.
Mas, se continuarmos sofrendo todos esses traumas já deixados para trás, onde encontraremos tempo e oportunidades para buscar os nossos sonhos do futuro? Onde acharemos forças para enfrentar e vencer novos reveses que ainda encontraremos pela frente? Onde iremos adquirir o estímulo para abandonar o pessimismo e nos revestir do “mais que vencedores”?
É preciso que compreendamos que o mais importante para nós é a bênção de hoje. Não a bênção que não experimentamos ontem e nem a que poderemos receber amanhã. É essa maravilhosa bênção que precisamos abraçar com todas as nossas forças.Ela nos fará esquecer o insucesso anterior e nos encherá de fôlego espiritual para seguir em frente, sem medo, sem ansiedade, sem insegurança.
Jesus é a nossa bênção de hoje. Com Ele vencemos os pesadelos de ontem e avançamos, com alegria, rumo aos sonhos de amanhã.
domingo, 2 de dezembro de 2012
Agradar a Deus
“… não como para agradar aos homens, mas a Deus, que prova os nossos corações” (1 Tessalonicenses 2:4).
Uma professora, da Classe Bíblica, estava examinando seus alunos depois de uma série de lições sobre a Onipotência de Deus. Ela perguntou: “Existe alguma coisa que Deus não pode fazer?” Houve um momento de silêncio e, então, um menino levantou a mão. Surpresa e desapontada, por haver ensinado que “tudo é possível para Deus”, ela perguntou: “Diga-me, o que Deus não pode fazer?” “Deus”, respondeu o menino, “não pode agradar a todo mundo.”
Esta resposta parece tratar-se apenas de um dito popular, porém, nós a tornamos verdadeira. Ele demonstrou todo o Seu amor ao enviar o Filho para pagar o preço de nossos pecados, e nós o rejeitamos. Ele afirmou que jamais nos abandonaria e nós murmuramos, dizendo que Deus se esqueceu de nós. Ele prometeu abrir a janela dos céus para nós e queixamo-nos de que Deus não liga para as nossas necessidades. Ele afirmou que somos mais que vencedores e vivemos como eternos derrotados. Ele nos ensinou a confiar nEle em todas as ocasiões e preferimos confiar em nós mesmos, mesmo após vários tropeços e quedas.
Se o dia está muito quente… não podemos ir ao templo adorar ao Senhor. Se está um pouco frio… não vou sair para a reunião de oração porque poderei pegar um resfriado. Se está chovendo… é melhor ficar em casa e fazer as minhas orações ali mesmo. Há sempre uma desculpa para não buscarmos a presença do nosso Deus.
Pedimos a Deus um emprego e Ele nos dá. Mas, por que nos deu logo esse? o outro seria muito melhor! Pedimos um aumento de salário e Deus nos atende. Mas, o meu colega ganha mais do que eu e Deus poderia me dar um pouco mais. Pedimos uma casa, para sair do aluguel e Deus nos dá. Mas, essa casa é pequena e eu gostaria de uma casa mais ampla e confortável.
Pedimos um carro e Deus nos dá. Mas, o carro do meu vizinho é mais bonito e mais novo, por que Deus me deu um carro tão ruim?
E assim vamos, murmurando por tudo! E tudo que citei é material. O que eu deveria buscar do Senhor é uma vida espiritual plena e abundante. Deveria buscar estar diante do Senhor em santidade e fé, em amor e obediência, em louvor e adoração. Se agisse assim, com toda certeza, nos agradaríamos de tudo que o Senhor nos dá.
A felicidade não consiste em esperar que Deus nos agrade e sim que a nossa vida agrade a Deus.
sábado, 1 de dezembro de 2012
Engano
O que o levou a pensar tal coisa? Você não mentiu aos homens, mas a Deus (Atos 4:4b).
Talvez você conheça a história daquele desempregado que, depois de procurar por toda parte um lugar onde pudesse ganhar o seu sustento, acabou procurando o dono de um zoológico. Quem sabe teria algum trabalho para ele? Contudo, ali também não havia nenhuma vaga. “Mas”, disse o dono, “tenho uma proposta diferente: há duas semanas morreu o nosso gorila. Ele era uma grande atração para os visitantes. Se você quiser fazer o papel de gorila, eu pago bem. Tenho aqui uma fantasia de gorila e ninguém perceberá que não é de verdade”. Claro que o homem aceitou – precisava sustentar a família. Começou o trabalho e deu-se muito bem. Com muita habilidade agarrava-se às grades. Um enorme tronco inclina-se por cima da jaula do leão ao lado. Ele subia naquele tronco como um verdadeiro malabarista. As pessoas paravam para ver as artes do gorila. Até que, num descuido, escorregou do tronco e caiu na jaula do leão. O leão deu um urro. Ele se assustou e tentou aproximar-se das grades da jaula ao subir. Mas o leão aproximou-se dele. Desesperado, ele gritou: “Socorro!” E o leão respondeu: “cale a boca rapaz, senão nós dois estamos desempregados!” Fantasias de ambos os lados… Foi exatamente assim que estava o coração enganoso de Ananias e Safira, dos quais lemos na leitura de hoje. Na igreja todos os conheciam como cristãos. Na aparência eram tidos como pessoas que buscavam agradar a Deus. Mas lá no fundo do coração as coisas não estavam claras. Na verdade usavam uma “fantasia” de cristão. Até que veio o dia em que a máscara caiu. Deus revelou a farsa. Nem precisavam ter dado todo o valor da venda de sua casa. Ninguém o havia pedido. Mas queriam demonstrar quão piedosos eram e mentiram. Estavam tentando enganar aos homens, mas diante de Deus a máscara cai. Conhecia a história do gorila? Teria alguma semelhança com a sua própria? – LSCH
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